RSS

Arquivo da categoria: Arquitetura do Esporte e Cultura

Atualidades sobre Estádios, Arenas, Edificações projetadas para a prática de atividades esportivas, eventos culturais, shows ou espetáculos.

Imagem

boas-festas-2016-17-088

LOGO 2013-02

Anúncios
 

Tags:

Imagem

Merry Christmas – Happy New Year

Boas Festas 2015-16 000

 

Tags:

Rio 2016 – Complexos Esportivos – Barra e Deodoro

O projeto olímpico para o Rio 2016 tem como regra fazer com que os eventos sejam realizados de forma eficiente e, ao mesmo tempo, de forma simples e econômica, deixando um legado tangível para a cidade e seus moradores.

As instalações terão padrão de excelência para as práticas esportivas. Projetos alinhados às funções e demandas das diferentes modalidades esportivas, sem luxo e/ou excessos.

00 Parque Olimpico

Construído por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP), o local terá boa parte de seu espaço destinada a empreendimentos residenciais e comerciais depois da Olimpíada.

02 barra-2012-1

Além de se transformar em um parque público, o restante da área deverá ter uso compartilhado por estudantes da rede municipal e por atletas de alto rendimento, em espaços que terão supervisão do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

02 barra-2012-1

Hotel

Nos Jogos: Será um hotel de quatro estrelas novo e permanente, com 404 quartos para hospedar parte da mídia credenciada Legado: Estrutura será mantida como empreendimento privado depois dos Jogos Olímpicos

MPC (Centro Principal de Mídia)

Nos Jogos: Vai servir de base para a imprensa nacional e internacional credenciada (MPC, na sigla em inglês) Legado: O local se tornará um prédio de escritórios com uma torre de 17 andares, com mezanino, dois subsolos e garagem

IBC (Centro Internacional de Transmissão)

Nos Jogos: Centro de radiodifusão, destinado ao atendimento das operações das emissoras de TV Legado: Parte da estrutura que será desmontada, como vigas e pilares, será utilizada na construção do alojamento da pista de atletismo. O restante vai virar escritório

01 Implanta 1

01 Implanta 2

Estádio Aquático

Palco de uma das principais competições da Olimpíada, o Estádio Aquático também foi projetado de maneira a se transformar em dois centros de treinamento com piscina olímpica para depois dos Jogos do Rio, no próximo ano.

06 Estadio Aquatico

  • custo:                   R$ 217,1 milhões
  • 1º evento teste:    abril/2016
  • arquitetura:           GMP Design e Projetos do Brasil; SBP do Brasil; Projetos; Lumens Engenharia
  • construtora:          Consórcio Onda Azul (Zadar /Engetécnica Serviços e Construções)

09 Estadio Aquatico

Na competição, a sede da natação e polo aquático terá duas piscinas, sendo uma de aquecimento, feitas pela empresa Myrtha, especializada no assunto e que fez as piscinas do Mundial de Esportes Aquáticos, em Kazan, na Rússia.

Muitos Estados brasileiros não possuem uma piscina com medida olímpica, ou seja, com comprimento de 50 metros. Então, diversos municípios já estão pleiteando receber a estrutura após a Olimpíada.


CENTRO DE TÊNIS

10 Quadra Tenis

A quadra principal será mantida e o local poderá receber eventos internacionais. Das 16 quadras na Olimpíada, apenas 9 vão ficar.


ARENA FUTURO

Sede das partidas de handebol e de golbol, na Olimpíada e na Paralimpíada, respectivamente, a Arena do Futuro foi pensada de modo que a montagem e a desmontagem fossem simples e ela pudesse se transformar em escolas depois dos Jogos.

12 Arena Futuro

13 Arena Futuro

  • capacidade:        12 mil lugares
  • custo:                  R$ 146.8 milhões
  • 1º evento teste:   abril/2016

17 Arena Futuro Explodido

A fachada da instalação esportiva será a mesma da escola. Ela também terá os frisos que permitem a entrada de luz natural e ventilação, proporcionando um conforto térmico melhor.

O telhado também será reutilizado, pois as oito placas pré-moldadas serão levadas para outros lugares e farão a cobertura das quatro escolas. Até as vigas metálicas vão para as escolas, para dar suporte ao telhado.

Estrutura – Metálica

14 Arena Futuro Estrutura

Estrutura – Concreto

15 Arena Futuro Estrutura Concreto

As quatro escolas que serão construídas com a estrutura da Arena do Futuro serão para 500 alunos e terão 17 salas de aula cada.

Os ambientes serão adequados a um projeto de ensino de ponta, pois contempla sala multiúso e de informática, biblioteca e quadra poliesportiva coberta com arquibancada, entre outras instalações.

Ar-Condicionado

16 Arena Futuro Estrutura Ar Cond


ESCOLA

Quatro escolas que serão construídas com a estrutura da Arena do Futuro. Serão para 500 alunos e terão 17 salas de aula cada.

Os ambientes serão adequados a um projeto de ensino de ponta, pois contempla salas multiúso e salas de informática, biblioteca e quadra poliesportiva coberta com arquibancada.

17 Escola

  • 4 escolas
  • 500 alunos por escola
  • R$ 25.7 mi para desmontagem
  • 17 salas de aula
  • Auditório
  • Biblioteca
  • Estacionamento
  • Refeitório
  • Cozinha
  • Banheiros
  • Ar-condicionado
  • Quadra poliesportiva coberta com arquibancada

ARENA CARIOCA 1

Após a Olimpíada, o local será transformado em um espaço para treinamento de alto rendimento (boxe e tae kwon do) e para receber eventos. Contará ainda com uma grande academia, área médica, auditório e vestiário

20 Arena Carioca

Arena Carioca 1 – Durante os Jogos22 Arena CariocaArena Carioca 1 – Após os Jogos

 Após a Olimpíada, o local será transformado em um espaço para treinamento de alto rendimento (boxe e tae kwon do) e para receber eventos. Contará ainda com uma grande academia, área médica, auditório e vestiário

21 Arena Carioca


ARENA CARIOCA 2

Será um espaço de treinamento olímpico para atletas de alto rendimento em dez modalidades: judô, lutas, badminton, esgrima, levantamento de peso, tênis de mesa, tae kwon do, boxe, ginástica rítmica e ginástica de trampolim

23 Arena Carioca-2

Arena Carioca 2 – Durante os Jogos

24 Arena Carioca-2

Arena Carioca 2 – Após os Jogos

Será um espaço de treinamento olímpico para atletas de alto rendimento em dez modalidades: judô, lutas, badminton, esgrima, levantamento de peso, tênis de mesa, tae kwon do, boxe, ginástica rítmica e ginástica de trampolim

25 Arena Carioca-2


ARENA CARIOCA 3

Arena Carioca III – Durante os Jogos

27 Arena Carioca-3

Carioca III – Após os Jogos

No local será criada uma escola voltada para o esporte, recebendo cerca de mil alunos em horário integral. Serão 24 salas de aula, cozinha, refeitório, vestiários e espaço para a prática de mais de dez modalidades esportivas no Ginásio Experimental Olímpico e Paralímpico

28 Arena Carioca-3


VELÓDROMO

28 Velodromo

Após os Jogos, este velódromo fará parte do Centro Olímpico de Treinamento e contará com espaço de treinamento, seja em alto rendimento ou em projetos sociais, das modalidades boxe, tae kwon do, esgrima e levantamento de peso.  A pista de ciclismo será mantida.

28-1 Velodromo


ARENA RIO

Após o evento Rio 2016, a Arena Rio continuará recebendo eventos culturais, shows e esportivos como: basquete NBA e lutas de MMA.

Em janeiro/2015, foi inaugurado o Centro de Treinamento de Ginástica Olímpica.

29 Arena Rio


PARQUE MARIA LENK

Após a Rio 2016 esta estrutura será mantida e vai funcionar para receber atletas de alto rendimento, das escolas e de projetos sociais.

30 Parque Maria Lenk

Arquitetura Nômade

O conceito de arquitetura nômade norteou a construção de algumas instalações esportivas, tendo como princípio a relação de custo-benefício da arena. Isso foi pensado não apenas para o momento de levantar a obra, mas também com a manutenção que cada local precisa ter no futuro. A ideia era manter apenas as arenas que tivessem um uso efetivo após os Jogos.

A maior preocupação dos organizadores é evitar o chamado elefante branco, ou seja, uma instalação que tivesse uso em 2016, mas depois ficasse ociosa.

Os dois exemplos mais emblemáticos são a Arena do Futuro, que vai virar quatro escolas depois dos Jogos, e o Estádio Aquático, que se transformará em dois centros de treinamento com piscinas em lugares diferentes.


COMPLEXO DEODORO

O Complexo Esportivo de Deodoro será o segundo centro mais importante de disputas do Rio-2016. O local será sede de 11 modalidades olímpicas e quatro paralímpicas.

Como recebeu provas do Pan de 2007 e dos Jogos Mundiais Militares de 2011, já tinha 60% das áreas de competição permanentes construídas. Essa parte do complexo está situada em área militar e continuará sob responsabilidade do Exército após a Olimpíada. Já as novas instalações – que compõem o chamado Parque Radical – serão transformadas em um grande parque público, com diversas atividades para a população.

40 Deodoro Implanta

Novas Instalações:

  1. Canoagem Slalom
  2. BMX
  3. Arena da Juventude

Instalações Provisórias:

  1. Mountain Bike
  2. Estádio de Deodoro

Readequações:

  1. Centro de Tiro
  2. Centro de Hóquei
  3. Piscina do Pentatlo
  4. Centro de Hipismo

Um parque dividido em cinco setores

Área do Parque: 490 mil m².

41 Deodoro Implanta

  1. Setor 1

A pista de BMX permanece, mas a de canoagem slalom vira um canal recreativo e um lago para recreação. Também terá quadras esportivas

  1. Setor 2

Terá ciclovia, trilhas ecológicas para caminhada e áreas para a prática de ginástica

  1. Setor 3

Receberá uma minipista de mountain bike e áreas de lazer com churrasqueiras

  1. Setor 4

Será um espaço para prática de esportes radicais, como skate e BMX, para iniciantes

  1. Setor 5

Terá um polo de inclusão digital, Clínica da Família e espaço sobre educação ambiental

O complexo fica na divisa das zonas norte e oeste, encravado entre os bairros de Anchieta, Campo dos Afonsos, Deodoro, Guadalupe, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Parque Anchieta, Realengo, Ricardo de Albuquerque e Vila Militar.

Ele também faz limite com três municípios populosos da Região Metropolitana do Rio – Nilópolis, Nova Iguaçu e Mesquita.  A região é uma das mais pobres do Rio e com a maior concentração de jovens da cidade.


CANOAGEM – SLALOM

44 Canoagem - Slalom

Para receber a competição olímpica de canoagem slalom, a prefeitura precisou construir um lago artificial, que será aberto ao público para lazer. “O lago vai se tornar uma grande piscina.

Este equipamento, assim como a pista de BMX, fará parte do Parque Radical, que pode atender cerca de 1,5 milhão de pessoas”.

  • 8.424     lugares temporários
  • 25 milhões de litros é o volume total de água
  • 12 millitros de água por segundo são lançados para formar a correnteza

45 Slalom

Depois dos Jogos, ele também servirá para treinamento da equipe brasileira de canoagem. “A confederação e a prefeitura, com apoio do Ministério do Esporte, já estabeleceram os padrões básicos de funcionamento simultâneo para a comunidade e para o esporte.

Nos finais de semana será de uso público, e nos dias de semana haverá a utilização esportiva”, disse João Tomasini Schwertner, presidente da Confederação Brasileira de Canoagem.

A ideia é fazer algo nos moldes do que ocorre em Foz do Iguaçu, em Itaipu, onde um projeto social revela grandes talentos para a modalidade. “Mais da metade dos atuais integrantes da Equipe Permanente sediada em Foz do Iguaçu é de canoístas formados nessa escola”, revela Tomasini.


CANOAGEM – SLALOM

O Canal de Deodoro foi construído com a mesma tecnologia desenvolvida em Londres no Canal Lee Valley, onde ocorreram as disputas dos Jogos Olímpicos em 2012. Ambos foram projetados pelos norte-americanos John Felton e Bob Campbell, que já pensaram no legado após os Jogos.

Inicialmente, o canal de canoagem slalom seria desfeito, mas depois de uma negociação com a prefeitura do Rio chegou-se ao acordo de que ela será mantida. Nos fins de semana, a área de aquecimento se transformará em lago para o lazer.

46 Slalom - Legado


BMX

Os atletas de BMX sempre tiveram dificuldade para treinar no Brasil por não dispor de uma pista com padrão olímpico. Agora, com a construção do equipamento em Deodoro, e a manutenção dele para depois da Olimpíada, a realidade pode mudar. “Será um grande incentivo para os novos atletas e crianças que pensam em ter um futuro no BMX e também para as próximas gerações que defenderão o Brasil na Olimpíada”, diz Priscilla Stevaux, atleta da modalidade.

Ela participou do evento-teste realizado no início do mês. “Gostei muito da pista. Ela tem característica de salto, uma vantagem pra mim, já que este é meu ponto forte. O trajeto todo também é muito bom, principalmente na segunda reta, com uma sequência de saltos que exige muita técnica. É minha parte favorita”, conta.

  • 7.500     lugares temporários
  • 30 a 40 s é o tempo médio de uma volta na pista
  • 65 a 70 km/hé a velocidade média da modalidade

50 BMX Implanta

A criação da pista pode ajudar, inclusive, a modalidade a se tornar mais popular no País. A própria inclusão do BMX no programa olímpico, em 2008, já havia dado um grande impulso nisso. Agora a batalha da atleta será para se classificar para os Jogos.

51 BMX Detalhe


CAMPO DE GOLFE

Depois de 112 anos, o golfe volta à Olimpíada e já tem lugar assegurado entre as principais polêmicas dos Jogos de 2016. Tudo por causa da decisão da prefeitura de permitir que uma área de preservação ambiental fosse usada para a construção do campo, que vai receber os melhores golfistas do mundo.

60 Campo de Golfe

61 Campo de Golfe

  • capacidade:15 mil lugares
  • custo:R$ 60 milhões

Fonte/Créditos:

Infográficos – O Estado de São Paulo


LOGO 2013-02


 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

Natal / RN – Arena das Dunas

The Arena das Dunas is a football stadium designed by leading sports architect Christopher Lee of Populous to host football matches for the 2014 FIFA World Cup held in Brazil.

natal_aerea_arenadasdunas-0000

externo_dunas

 

Projetado para ser um local multiuso, o estádio vai sediar eventos esportivos, feiras e shows, além dos 22.000 m2 de praça ao ar livre em volta do estádio.

poscopa_dunas

O projeto do arquiteto australiano Christopher Lee (que também assinou o projeto do Estádio Olímpico de Londres) foi inspirado nas paisagens de dunas de Natal, dando um aspecto único à construção.

natal_aerea_arenadasdunas-089

A fachada e a cobertura são integradas e compostas por 20 “pétalas”, projetadas para serem mais altas em um dos lados do estádio, dando a forma e a ideia do movimento das dunas de areia, comuns na região. O projeto também permite maior ventilação e entrada de luz no estádio.

As estruturas em forma de pétala do telhado são feitas de treliças de aço, cobertas por fora com telhas de alumínio, com isolamento térmico e acústico. Internamente, são revestidos com uma membrana tensionada de PVC. As peças são unidas por policarbonato translúcido, o que permite que a passagem da luz.

Populous-completes-Arena-das-Dunas-for-FIFA-World-Cup-2014_dezeen_12

A cobertura da Arena também foi projetada para captar água da chuva. As calhas que coletam a água a conduzem para nove reservatórios instalados sob as arquibancadas inferiores. Como resultado, a até 3.000 metros cúbicos podem ser capturados e reutilizados nos sanitários e para a irrigação do campo.

natal_aerea_arenadasdunas-084

 Os torcedores que forem aos jogos e eventos no estádio vai perceber um novo padrão de conforto e segurança, que começou a ser visto no país com as novas arenas.  O estádio conta com estacionamento coberto, auditório, camarotes, Espaço Vip, telões em alta resolução, centro de comando e controle e quatro diferentes tipos de assentos.

natal_aerea_arenadasdunas-015

O acesso é privilegiado, já que ela está localizada no centro de Natal. São 75 catracas que permitem acessar as 21 entradas que levam aos quatro níveis da arena.

São 18 escadas e três rampas para atender às pessoas com mobilidade reduzida. Ao redor do estádio há 20 escadas metálicas que levam às arquibancadas superior e inferior, além de um anel que permite a circulação por todos os setores.

natal_aerea_arenadasdunas-070

A Arena das Dunas conta, ainda, com quatro lounges com capacidade entre 250 e mil lugares, 25 quiosques para comercialização de alimentos e bebidas, além de 30 banheiros.

Possui capacidade para 42.000 espectadores com 10.600 assentos removíveis.  São quatro tipos de assentos, em diferentes tons de azul: para o público geral, hospitalidade, VIP e Very VIP. Todos rebatíveis e com encosto. A diferença entre eles é que, em alguns setores, as cadeiras têm braços, estofamento e guarda-copos.

Também foram reservados 521 lugares para pessoas com deficiência. A escolha pelas cores foi uma opção no projeto arquitetônico, como explica Charles Maia, diretor da Arena das Dunas. “É um azul degradê. Torna-se uma espécie de oásis, compatível com o desenho do projeto. São quatro tons de azul, dando ideia de movimento”, explica.

Arena Dunas

Acessibilidade

Com rampas, elevadores, assentos para obesos, espaço reservado para cadeirantes, informação visual e piso com sinalização tátil do portão de entrada à arquibancada, a arena atende a todos os requisitos de acessibilidade.

“A arena está acessível em todos os níveis, com rampas e elevadores. Nos camarotes há banheiros acessíveis, ao redor da arena há sanitários masculinos e femininos com acessibilidade, bem distribuídos para atender a todos os portadores de necessidade especiais. Há piso tátil desde o portão externo, passando pelas bilheterias, até chegar à arquibancada”, detalha Charles Maia.

No total, os 521 assentos para deficientes disponibilizam 269 lugares para pessoas com mobilidade reduzida, 74 para obesos e 104 espaços destinados aos cadeirantes.

natal_aerea_arenadasdunas-085

Mais conforto

Os torcedores que chegarem com o próprio veículo terão 2.500 vagas de estacionamento, sendo 557 cobertas. Há vagas destinadas a deficientes, idosos, carros que usam energia limpa, motos, ônibus, além de um bicicletário. Localizado no térreo, o estacionamento coberto tem elevadores que dão acesso direto aos camarotes.

Foram construídos 39 camarotes, com 30 ou 50 lugares, dependendo da localização. Mobiliados com mesas, cadeiras, sofás, balcão e TV, cada camarote possui banheiro privativo e conta com serviços exclusivos. A arena também tem quatro lounges (com 250, 500 e dois com mil lugares), com sanitários privativos e os mesmos serviços dos camarotes.

natal_aerea_arenadasdunas-088

Tecnologia e Segurança

A segurança do estádio será coordenada pela equipe presente no Centro de Comando e Controle da arena, instalado em uma sala com mais de 80m², com equipamentos que permitem o monitoramento das imagens captadas por 200 câmeras, capazes de fazer reconhecimento facial dos torcedores.

“A sala de comando fica conjugada com o pessoal que controla o som e os telões. Ela fica no nível dos camarotes. Temos mais de 200 câmeras que fazem a cobertura de todas as áreas externas e internas. Quem está na arena está sendo visto pelo pessoal da sala de comando e controle, com equipamentos que fazem identificação facial”, afirma Charles Maia.

As informações ao público e os lances do jogo são transmitidos, com clareza, pelo sistema de som e pelos dois telões de 64m² (10,4m de largura e 6,22 de altura). Os telões estão instalados na cobertura, nos setores sudeste e noroeste, e transmitem imagens em alta resolução.

Em caso de emergência, o projeto da arena foi pensado para que o tempo de evacuação seja de, no máximo, oito minutos.

natal_aerea_arenadasdunas-090

 

Endereço: Av. Prudente de Morais, 5121 – Lagoa Nova, Natal – RN, 59020-510

Abertura: January 26, 2014

Ficha Técnica   

Área do terreno:                      450.000 m²

Área construída:                      412.000 m² – 122.000 m² (arena); 290.000 m² (centros administrativos)

Início do projeto:                     2008

Arquitetura:                               Populous Architects

Início das obras:                       junho de 2011

Conclusão das obras:             2013

Construção:                                OAS

Projeto básico                           R$ 13 milhões

Instalação das vigas                Após a conclusão da terraplenagem, construtora OAS começa instalação das vigas que sustentarão superestrutura do estádio

 

Fonte: Portal da Copa; http://www.metálica.com.br

LOGO 2013-00

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tags:

Estação Júlio Prestes – Dos trens à Sala São Paulo

Dos trens à Sala São Paulo – Estação Júlio Prestes, 75 anos.

A estação terá reforma de R$ 2,7 milhões em área da Secretaria Estadual da Cultura. Será beneficiada com a melhoria, a parte do prédio hoje ocupada pela Secretaria Estadual da Cultura.

O prédio da Estação Júlio Prestes foi construído entre 1926 e 1938, para ser sede da Estrada de Ferro Sorocabana, empresa criada pelos “barões do café” paulistas.

O projeto é de autoria do arquiteto Christiano Stockler das Neves (1889- 1982). Com a crise de 1929, entretanto, o plano teve de ser revisto – e a imponente construção ficou menor do que a ideia idealizada.

JP Sala SP 01

Do apito dos velhos trens aos acordes das mais importantes orquestras do mundo. Assim pode ser resumida a história da Estação Júlio Prestes, cujo prédio, um marco da região central de São Paulo, tem completos 75 anos. E, uma boa notícia: está em fase de projeto, com obras previstas para início neste ano (2014) um novo restauro, orçado em R$ 2,7 milhões.

Será beneficiada com a melhoria, a parte do prédio hoje ocupada pela Secretaria Estadual da Cultura. O projeto desenvolvido pelo escritório Dupré Arquitetura & Coordenação, o mesmo responsável pela grande intervenção que, entre 1997 e 1999, transformou o então jardim interno do prédio em um moderno palco de concertos, a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

JP Sala SP 02

“Na época, o maior desafio foi resolver a questão acústica. Por isso desenvolvemos um sistema de forros móveis”, explica o arquiteto Nelson Dupré.

Nas obras, serão recuperadas fachadas, instalações elétricas, hidráulicas e telefônicas, além de melhorias no paisagismo e na sinalização interna da estação.

JP Sala SP 03

JP Sala SP 04

“Das décadas de 1960 a 1980, a Estação Júlio Prestes experimentou um processo de decadência, com seu entorno”, diz o historiador Caio Passados Garcia, um dos monitores do tour oferecido diariamente para quem quiser conhecer mais sobre o prédio.

No início dos anos 1990, por causa de uma dívida que a Prefeitura tinha com o governo estadual, o imóvel foi repassado ao Estado. Anos depois, virou sede da Sala São Paulo e da secretaria.

Anexa ao equipamento cultural, a estação de trem continua funcionando. É ponto inicial da Linha 8 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), por onde passam diariamente, em média, 430 mil pessoas.

JP Sala SP 05

O som não atrapalha em nada os eventos culturais ali dentro, graças a vidros antirruído. “E, no caso da sala de espetáculos propriamente dita, há um revestimento especial no chão com quatro camadas: concreto, neoprene, madeira naval e só então o piso visível ao público”, diz Garcia.

Toda a localização das poltronas, balcões e espaços vazios foi pensada e projetada para que os volumes internos também trabalhassem a favor da sonoridade da Sala São Paulo.

JP Sala SP 06

 Fonte/Créditos: EDISON VEIGA / TEXTO, EDUARDO ASTA / INFOGRÁFICO – O Estado de S.Paulo

LOGO 2013-00

 

 

 

Tags: , , , , , ,

Feliz e Próspero 2014

Para os nossos amigos, parceiros e colaboradores . . .

Boas Festas e Feliz 2014

 

Tags: , , ,

Expo 2020: Dubai foi eleita para ser a sede

Proposta de São Paulo foi eliminada na primeira etapa das votações

Com projeto do escritório de arquitetura americano Hok, Dubai venceu o concurso internacional para sediar a Expo Mundial de 2020, e será a primeira cidade do Oriente Médio a receber a exposição internacional desde sua criação, em 1851.

DUBAI EXPO 2020-01

Trazendo o tema “Conectando mentes, criando o futuro” – “Connecting Minds, Creating the Future“, em inglês, –  o programa que engloba 438 hectares desbancou a proposta da arquiteta iraquiana Zaha Hadid para Izmir, na Turquia.

O projeto que traria o evento para a cidade de São Paulo, em Pirituba, foi eliminado na primeira etapa das votações.

DUBAI EXPO 2020-02

O design de Dubai engloba três pavilhões conectados por uma ampla estrutura fotovoltaica, que prevê a criação de um toldo de painéis solares sobre os principais cominhos que dão acesso aos volumes.

Segundo o presidente do Hok, Bill Hellmuth, “a vitória de Dubai eleva seu status de uma cidade global com infraestrutura de ponta e enfatiza seu compromisso com energia sustentável”.

DUBAI EXPO 2020-03

A exibição será disposta em três zonas, que irão se desdobrar desde uma praça central em referência aos tradicionais mercados arábes, conhecidos como souks. A fim de incentivar com que visitantes explorem toda a extensão do espaço, os pavilhões menores serão posicionados próximo ao centro e entradas principais, enquanto as estruturas maiores estarão localizadas em um perímetro mais afastado.

DUBAI EXPO 2020-04

A próxima Expo Mundial será realizada em Milão, no ano de 2015, seguida pela Expo 2017 em Astana, no Cazaquistão, que tem projeto assinado pelo escritório americano Adrian Smith + Gordon Gill Architecture.

DUBAI EXPO 2020-05

Fonte: ARCOweb | Dezembro de 2013

LOGO 2013-00

 

Tags: , , , ,

 
%d blogueiros gostam disto: