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Arquivo da categoria: Infraestrutura

Atualidades sobre investimentos públicos, privados e capital misto nos segmentos: Energia, Comunicações, Transportes e Bens de Capital

Porto Alegre – Aeromóvel entra em operação

Veículo leve sobre trilhos, suspenso de 4,5 m a 9 m de altura, é movimentado pelo ar gerado por ventiladores industriais.

Inaugurado em ritmo de operação assistida em 10/08/2013, o aeromóvel faz a ligação entre a Estação Aeroporto do Metrô e o Terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O trecho de 1 km de extensão é percorrido em até dois minutos, atingindo velocidade de máxima de 65 km/h.

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O aeromóvel é um veículo leve sobre trilhos, suspenso de 4,5 m a 9 m de altura, movimentado pelo ar gerado por ventiladores industriais, que controlam, além da pressão, direção e velocidade ao ar.

A Trensurb, em 2010, adquiriu o pacote tecnológico do aeromóvel e lançou projeto de implementação do primeiro sistema no País.  As empresas responsáveis pela construção são: Aeromóvel Brasil S.A. (tecnologia), Premold S.A. (via elevada), T’Trans (veículos) e Rumo Engenharia Ltda. (estações).

O sistema de propulsão do aeromóvel (que também pode ser acionado com gás natural) apresenta consumo de energia elétrica de 32 Wh/passageiro-quilômetro ou aproximadamente 80 kWh/hora de operação/veículo, considerado baixo pelos engenheiros.

Além da energia elétrica, o ruído gerado pelo aeromóvel está abaixo dos níveis estabelecidos para sistemas de transporte urbano em países desenvolvidos. O modal também garante impacto sonoro reduzido, já que dispensa motor de propulsão embarcado.

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A estrutura que sustenta o aeromóvel possui pilares pré-moldados de aproximadamente 12 t, com 65 cm x 85 cm de seção e alturas que variam de 5 m a 7 m. Ao todo, foram montados 47 pilares em espaçamentos que variam de 15 m a 25 m.

Para compor a estrutura das vias, a opção foi pelo uso de vigas caixão de concreto protendidas e pré-moldadas com seção vazada, fabricadas especialmente para a obra. Pequenas aberturas executadas nas lajes superiores das vigas permitirão que o mastro da placa de propulsão deslize pela via e impulsione o veículo. Cada uma das 50 vigas de 25 m de comprimento e 2,5 m de largura pesa aproximadamente 80 t.

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Com capacidade para atender 7,7 mil usuários, a Estação Aeromóvel Trensurb possui área aproximada de 170 m² de plataforma, mais 126 m² de área de apoio à estação e ao sistema no térreo. Já a Estação Aeromóvel Salgado Filho – com aproximadamente 430 m² de plataforma e mais 82 m² de área de apoio à estação e ao sistema – foi concebida próxima ao acesso à área de embarque do Aeroporto Salgado Filho.

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Durante o período de operação assistida, a linha funcionará em horário reduzido, das 10h às 16h, de segunda a sexta-feira, sem cobrança de passagem. Quando a operação plena tiver início, no início de novembro, os usuários vão pagar R$ 1,70 pela viagem que dará direito ao transporte na linha do metrô sem cobrança adicional. Da mesma forma, quem desembarcar na Estação Aeroporto do metrô não pagará mais nada para utilizar o Aeromóvel.

Dados gerais

  • Extensão: 814 metros de trajeto em via elevada (total de 1.010 metros de trilhos, considerando-se terminais de manobra e de manutenção).
  • Terminais: dois (um na Estação Aeroporto da Trensurb, outro no Terminal 1 do Aeroporto Salgado Filho).
  • Veículos: dois (um com capacidade para 150 passageiros e outro para 300).
  • Tempo estimado do percurso total: dois minutos.
  • Investimento estimado: R$ 37,8 milhões. Recursos do Governo Federal.
  • Prazo estimado para conclusão: segundo semestre de 2013.
  • Demanda prevista do sistema: 7,7 mil passageiros por dia.
  • Execução das obras: Aeromovel Brasil S.A. (pacote tecnológico), Premold S.A. (via elevada), T’Trans (veículos) e Rumo Engenharia Ltda. (estações).

Conforto

  • Sistema de freio pneumático de alta confiabilidade, mais conforto no deslocamento.
  • Veículos silenciosos, sem ruído de motores e com design moderno.
  • Acessibilidade universal, com espaço para cadeirantes e idosos.
  • Qualidade no transporte ao aeroporto para quem está na Região Metropolitana.
  • Melhoria da infraestrutura de transporte para acesso ao aeroporto e para a Copa do Mundo de Futebol de 2014.

Meio ambiente

  • Tecnologia “limpa”, com motores elétricos e sem a emissão de poluentes gasosos.
  • Estruturas elevadas e menos espessas, com design moderno e sem poluição visual.
  • Motores dispostos em casas de máquinas acusticamente isoladas, evitando poluição sonora.
  • Projeto com total atendimento às legislações ambientais vigentes.
Fontes:  Portal Transurb; Portal Piniweb – Rodrigo Louzas

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Galpões e Estruturas Espaciais – Indicadores de Preço

Valores Médios da Cotação de Preços de Galpões e Estruturas Espaciais.

Galpão duas águas sem lanternim

Pé direito: 6 metros livre.

Espaçamento de Pilares: 6 metros.

Tesouras e pilares treliçados.

Vão livre sem pilares intermediários

Inclui:

Pintura com primer anticorrosivo sem pintura de acabamento.

Transporte e montagem no local da obra até uma distancia máxima de 50 Km.

Não inclui: Fundações; Fornecimento e colocação de pisos

Galpão em Arco

Pé direito: 6 metros livre.

Espaçamento de Pilares: 6 metros.

Tesouras e pilares treliçados.

Vão livre sem pilares intermediários.

Inclui:

Pintura com primer anticorrosivo sem pintura de acabamento

Transporte e montagem no local da obra até uma distancia máxima de 50 Km.

Não inclui: Fundações; Fornecimento e colocação de pisos.

Galpão Tipo Shed

Pé direito: 6 metros livre.

Espaçamento de Pilares: 6 metros.

Tesouras e pilares treliçados.

Vão livre sem pilares intermediários.

Inclui:

Pintura com primer anticorrosivo sem pintura de acabamento

Transporte e montagem no local da obra até uma distancia máxima de 50 Km.

Não inclui: – Fundações – Fornecimento e colocação de pisos

Estrutura Espacial

Reforço Estrutural

Simples: R$ 15/Kg

Com macaqueamento e transferência de cargas para estrutura: R$20/Kg.

“Os valores citados são aproximados, feitos com base em um levantamento periódico pela equipe do Portal Met@lica.

Não nos responsabilizamos pela exatidão dos valores. Para uma cotação de preços mais precisa consulte aquias empresas fabricantes de Galpões e Estruturas Espaciais.”

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São Paulo: Monotrilho – Linha 15 Prata

O Metrô de São Paulo anuncia: 

O primeiro trecho do Monotrilho Linha Prata-15 deverá ficar pronto ainda em 2013.

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O primeiro trecho do monotrilho da zona Leste da cidade de São Paulo, que ligará o bairro Cidade Tiradentes à estação Vila Prudente da linha 2 – Verde do Metrô, deverá ficar pronto ainda em 2013. Nessa etapa, serão entregues 2,9 km de via, as estações Vila Prudente e Oratório e o Pátio Oratório. A obra faz parte do projeto da Linha 15 – Prata, do monotrilho de São Paulo, que terá extensão total de 24,5 km, 17 estações e dois pátios de estacionamento e manutenção de trens, atendendo 500 mil usuários por dia até o final de 2016.

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Pátio Oratório

Impacto na Vizinhança

Um dos fatores determinantes para a escolha do modal foi a possibilidade de implementá-lo nos canteiros das avenidas centrais, minimizando o impacto da ocupação do viário.

Isso foi possível em virtude das condições do traçado, que permitia a construção dos pilares e a elevação da via a alturas que variam de 12 m a 15 m.

“Avaliamos todas as opções, incluindo os Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs). Mas esse sistema demandaria a construção de uma canaleta, ocupando uma faixa do viário. Os corredores de ônibus a diesel também foram descartados porque sua capacidade de transporte é metade da do monotrilho, de apenas 250 mil usuários por dia”, explica Paulo Sérgio Amalfi Meca, gerente do empreendimento Linha 15–Prata.

Estação Vila Prudente

Estação Vila Prudente

Além de custar em torno de 50% a 60% de uma linha de metrô, outra vantagem do sistema, segundo o Metrô de São Paulo, é a redução no número de desapropriações – um terço do necessário para a construção de linhas enterradas.

O grande diferencial do ponto de vista da engenharia, no entanto, é a adaptabilidade ao viário. O monotrilho permite vencer curvas acentuadas de até 45 m de raio, acompanhando o desenho do viário, o que seria impossível com trens convencionais. “A forma como os carros são concebidos e as dimensões entre os seus truques também contribuem para maior adequação, possibilitando, inclusive, vencer rampas com até 6% de inclinação, ante 4% do trem convencional do metrô”, observa Meca.

Estação Oratório

Estação Oratório

O receio inicial com relação ao impacto visual, à geração de ruídos e ao chamado “efeito Minhocão”, com possível sombreamento e degradação do entorno das vias, foi a principal barreira para a aceitação do novo sistema de transporte por parte da população e dos órgãos públicos.

De acordo com Meca, os temores são infundados, já que os pneus dos veículos do monotrilho são de borracha e a leveza da estrutura – com espaços vazados entre vigas de concreto, que ficam a 15 m de altura do chão – reduz a sombra no solo.

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Como parte das exigências para licenciamento ambiental, o projeto prevê tratamento paisagístico – com plantio de árvores que integrarão o processo de reurbanização das avenidas por onde o monotrilho passará – e a implantação de ciclovia ao longo dos 24,5 km de extensão das vias e de bicicletários com capacidade para 50 bicicletas em cada estação.

Trajeto - Monotrilho Linha 15 - Prata

Trajeto – Monotrilho Linha 15 – Prata

Monotrilho Linha 15 Prata

Monotrilho Linha 15 Prata

Informações Adicionais

  • Monotrilho Linha Leste
  • Extensão: 24,5 km
  • Número de estações: 17
  • Quantidade de trens: 54, com sete carros cada e capacidade de transportar mil passageiros cada
  • Intervalo entre trens: 90 segundos
  • Velocidade média comercial: 35 km/h
  • Velocidade máxima: 80 km/h
  • Capacidade de atendimento: 500 mil passageiros por dia

Fonte: Mobilize-se  |  Imagens: Metro-SP

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Comentários desativados em São Paulo: Monotrilho – Linha 15 Prata

Publicado por em 07/07/2013 em Infraestrutura, Planejamento Estratégico, Sustentabilidade e Meio Ambiente

 

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São Paulo: Linha 17 Monotrilho

São Paulo: Linha 17 Monotrilho

O monotrilho vai impactar áreas importantes da cidade de São Paulo. 

Irá cruzar lugares como Ponte Estaiada, Marginal Pinheiros, aeroporto de Congonhas e Estádio do Morumbi.

A linha ligará a estação Jabaquara do Metrô à Av. Francisco Morato, na altura do Shopping Butantã. Em uma primeira etapa, ficará pronto o trecho entre o aeroporto de Congonhas e a Marginal Pinheiros, onde o monotrilho fará integração com a Linha 9 da CPTM ( veja no mapa abaixo ).  Essa etapa estará concluída até maio de 2014, um mês antes da abertura da Copa.  Terá 7,7 km de extensão e oito estações: Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi.

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As outras “duas pontas” da Linha 17 Ouro – da Marginal Pinheiros ao Morumbi, do aeroporto ao Jabaquara – ficarão prontas depois de 2014.  Consideram ainda a construção de avenidas (a Perimetral, na altura da favela de Paraisópolis), parques lineares e urbanização de favelas (na Av. Roberto Marinho) que complementam o projeto urbano para esta obra.

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Av. Washington Luis em direção ao Aeroporto de Congonhas

O monotrilho é um trem relativamente pequeno – menor que um metrô – e já opera em cidades dos EUA, Japão e vários outros países. Ele correrá sobre vigas de concreto a 15 metros do chão, mais ou menos a altura do terceiro andar de um prédio, suficiente para fazê-lo passar por cima das pontes que cruzam o trajeto. Os pilares que sustentam essas vigas ficarão, quase sempre, nos canteiros centrais das avenidas. Os vagões se movimentam com pneus de borracha sobre concreto, por isso, segundo o Metrô, são mais silenciosos que um trem comum – com rodas e trilhos de aço.

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Monotrilho passando sobre o viaduto Vereador José Diniz na Av. Roberto Marinho

A Linha 17 Ouro terá 18 estações e levará 250 mil pessoas por dia quando for inaugurada. Vai conectar três linhas do Metrô – a Azul, na estação Jabaquara, além das futuras linhas Lilás, no cruzamento com a Av. Santo Amaro, e Amarela, na Av. Francisco Morato. Também dará a São Paulo algo que outras grandes metrópoles possuem faz tempo: uma saída “sobre trilhos” do principal aeroporto da cidade.

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Monotrilho sobre o Córrego das Águas Espraiadas na Av. Roberto Marinho

Quando comparado ao Metrô, o monotrilho leva metade do tempo para ser construído e custa 60% da opção subterrânea.  Esta Linha 17 Ouro causou alguma polêmica, devido ao impacto visual que trará a áreas nobres da capital paulista.

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Monotrilho na Av. Roberto Marinho, altura da Ponte Estaiada

Para reduzir este impacto, o projeto considera um sistema construtivo constituído por vigas suspensas – ou seja, uma estrutura leve e que permite a passagem de luz do sol.  Além disso, o projeto de paisagismo inclui o plantio de muitas árvores para  reduzir o impacto inerente a uma obra deste porte.

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Monotrilho sobre a Ponte Morumbi na Marginal Pinheiros

O Metrô também vai enterrar fios em alguns trechos, além de construir e recuperar calçadas. As compensações ambientais estão presentes neste projeto. Na Av. Roberto Marinho, por exemplo, será necessária a remoção de 1.300 árvores e serão replantadas 13 mil (não somente na avenida).

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Monotrilho na área de interligação com a Estação da CPTM

Outro ponto considerado: os trens terão um sistema que escurece o vidro em alguns trechos nos quais o monotrilho passa próximo a prédios residenciais. Esta tecnologia vai impedir que os passageiros vejam áreas privadas de condomínios e em nenhum ponto o monotrilho passará a menos de 25 metros de edifícios.

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Monotrilho sobre o Rio Pinheiros

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Monotrilho na região do Parque Burle Marx

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Monotrilho na região do Panambi

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Monotrilho sobre área do Cemitério do Morumbi

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Monotrilho na Av. Perimetral – Altura do Colégio Porto Seguro

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Monotrilho na extensão da Av. Hebe Camargo, em implantação

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Monotrilho no percurso junto ao Estádio do Morumbi

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Monotrilho sobre a Av. Jorge João Saad – Estádio do São Paulo F.C.

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Estação Final da Linha 17 e integração com a Linha 4 Amarela do Metrô

A Linha 17 Ouro é construída pelo Consórcio Monotrilho Integração, formado pelas empresas Andrade Gutierrez, CR Almeida, MPE e Scomi – essa última, sediada na Malásia, fornece os trens do trecho.

Fontes: Metrô SP, Portal IG Negócios

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Porto Alegre: Parque da Orla do Guaíba

O arquiteto Jaime Lerner e equipe desenvolvem o projeto de requalificação da orla do Guaíba, lago que margeia boa parte da capital gaúcha.

Na primeira etapa da intervenção, o parque terá a extensão de 1,5 quilômetro. Na segunda etapa, o traçado deverá se estender até o arroio Cavalhada, próximo do Barra Shopping, no Cristal, bairro da zona sul de Porto Alegre, totalizando mais de sete quilômetros.

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O projeto considera as intervenções em dois pontos: as imediações da Usina do Gasômetro e a ocupação da faixa linear de terra onde será implantado o parque, situada entre a orla e o dique construído na década de 1940 para conter as cheias.

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Para o entorno da usina está prevista a implantação de um terminal turístico de barcos, com área para embarque e desembarque de passageiros, e a construção de um deque de madeira sobre pilares de concreto e as respectivas áreas de apoio (bilheteria, sanitários e área de espera).

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A praça Júlio Mesquita, hoje separada da praça do Gasômetro pela avenida Presidente João Goulart, será incorporada ao projeto e fará a transição entre o centro histórico de Porto Alegre e a orla.

Serão aumentados o trecho gramado e a arborização da praça do Gasômetro, onde haverá uma baia para o desembarque de passageiros de ônibus turísticos e táxis.

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Ainda nas imediações da usina, prevê-se a construção de um bar em formato circular, sobre a água.

No percurso linear, o projeto estabeleceu três alturas de intervenção. Entre a orla e a cota 2, a primeira faixa é voltada predominantemente à preservação da vegetação ciliar, com acesso e circulação definidos para evitar uso indiscriminado.

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A segunda, um patamar no nível 2 (onde a cota não for inferior deverá ser feito aterro para atingi-la), será ocupada por gramado que servirá como espaço de encontro, contemplação e lazer. Entre ambas se executará um passeio.  A terceira faixa é composta pela estrutura do dique existente (tanto a encosta como o topo) e nela ficará a maior parte dos elementos a serem construídos.

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Na parte superior do dique, a pista de caminhadas e uma ciclovia estarão separadas da avenida por um canteiro de um metro de largura, com espécies vegetais agregadas às existentes e vegetação arbustiva e de forração ordenando a circulação.

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Escadas e rampas levarão da cota mais alta do dique aos patamares inferiores. Bares, quiosques, sanitários, depósitos e módulos de segurança serão implantados na transição para a faixa elevada, cujos pisos, na cota 2,5, deverão estar protegidos das cheias.

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Segundo o arquiteto Jaime Lerner, a intenção do projeto é incorporar o Guaíba ao dia a dia da população.

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Fonte:  PROJETODESIGN – Edição fev 2013 – Texto de Adilson Melendez

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Túnel Santos-Guarujá: Obra começa em 2014

Construção da megaestrutura usará técnica inédita no Brasil e levará à interdição do Porto de Santos por pelo menos cinco dias.

O governo do Estado assinou contrato com a empresa holandesa Royal Haskoning, especializada na construção de túneis submersos, para a análise do projeto que está sendo feito do túnel que ligará a baia de Santos ao Guarujá.

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Segundo Laurence Casagrande Lourenço, presidente da Dersa, o projeto deverá estar concluído até o fim deste ano e as obras estão previstas para início no ano que vem.

A ligação por um túnel entre as duas cidades é imaginada há quase 80 anos. Os túneis terão espaço para carros, ônibus, caminhões e também pedestres e bicicletas. A obra deve aliviar a operação das nove balsas que fazem a ligação entre as duas cidades, mas os planos da Dersa (que também opera as barcaças) são de mantê-las em operação quando o túnel estiver aberto.

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O Túnel Imerso Santos-Guarujá terá 900 metros de extensão com profundidade mínima de 21 metros e três faixas de rolagem por sentido.

A estrutura de concreto armado também terá espaço para pedestres e ciclistas, além de ser compatível com o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que será implantado em Santos.

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Fonte: O Estado de São Paulo
Créditos: William Mariotto

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Expo 2020: São Paulo lança candidatura

A Prefeitura de São Paulo apresentou a candidatura da cidade como sede da exposição mundial Expo-2020

logo1_1322221230A Expo 2020 é uma exposição mundial organizada pelo Bureau International des Expositions de Paris e considerada o terceiro maior evento internacional em termos de impacto cultural e econômico, atrás da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos.

O evento é realizado a cada cinco anos, com o melhor da cultura, ideias e negócios de vários países. A expectativa é que reúna 30 milhões de visitantes ao longo de seis meses.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB,) e o prefeito da capital, Fernando Haddad (PT), definiram parceria para garantir que a cidade vença em Paris a disputa para receber a exposição em Pirituba.

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As outras cidades que participam da corrida são Ayutthaya, na Tailândia, Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, Izmir, na Turquia, e Ekaterinburg, na Rússia. O resultado da disputa será divulgado em novembro.

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Toda a candidatura baseia-se em um imenso parque, com edifícios dedicados a feiras e convenções, a ser construído na região do Parque Anhangüera, em Pirituba. O investimento previsto (US$12 bilhões) é comparável ao que está sendo feito para as Olimpíadas no Rio de Janeiro (US$14,3 bilhões).

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A Expo 2020 está programada para o período entre os meses de maio e novembro. Após sua conclusão, o complexo seria transformado em um parque ecológico com centro de convenções e escolas, hospitais e centros culturais.

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Além dos pavilhões nacionais, cujo projeto e construção temporária são de responsabilidade dos países participantes, o parque de exposições prevê edifícios permanentes que totalizam mais de 160 mil metros quadrados, além de uma imensa torre de observação.

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A área verde que abrigará o complexo, por sua vez, ocupa uma área três vezes maior do que a do parque do Ibirapuera, e será renovada de acordo com um projeto de paisagismo que prevê a recuperação dos cursos d’água e das áreas de vegetação nativa.

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Além disso, o projeto prevê a a construção da futura linha laranja do Metrô e a modernização da linha rubi da Companhia Paulistana de Trens Metropolitanos (CPTM), ambas contíguas à área do parque de Pirituba.

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E o desenho que a prefeitura está usando para garantir o direito de realizar o evento é de autoria do GMP Architekten, estúdio alemão que realiza grandes projetos no Brasil, como o estádio que sediará a Copa do Mundo de 2014 em Manaus.

FONTE:  PMSP / ARCOWEB
SERGIO A. NOBRE

SERGIO A. NOBRE

 

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