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Arquivo da categoria: Sustentabilidade e Meio Ambiente

Atualidades sobre Sustentabilidade e Meio Ambiente

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Coberturas Residenciais: Tipos e Características

Coberturas Residenciais:  Tipos e Características

1 – CONCEITO

As coberturas têm como função principal a proteção das edificações, contra a ação das intempéries, atendendo às funções utilitárias, estéticas e econômicas e devem preencher as seguintes condições:

a)    funções utilitárias: impermeabilidade, leveza, isolamento térmico e acústico;
b)    funções estéticas: forma e aspecto harmônico com a linha arquitetônica, dimensão dos elementos, textura e coloração;
c)    funções econômicas: custo da solução adotada, durabilidade e fácil conservação dos elementos.

Para a especificação técnica de uma cobertura ideal, o profissional deve observar os fatores do clima (calor, frio, vento, chuva, granizo, neve etc.), que determinam os detalhes das coberturas, conforme as necessidades de cada situação.
Entre os detalhes a serem definidos em uma cobertura, deverá ser sempre especificado, o sistema de drenagem das águas pluviais, por meio de elementos de proteção, captação e escoamento, tais como:

a)    detalhes inerentes ao projeto arquitetônico: rufos, contra-rufos, calhas, coletores e canaletas;
b)    detalhes inerentes ao projeto hidráulico: tubos de queda, caixas de derivação e redes pluviais.

2 – TIPOS DE COBERTURAS

De acordo com os sistemas construtivos das coberturas, suas características estruturai, técnica construtiva e materiais utilizados, podemos classificar as coberturas em:

2.1 – Naturais

a)    Coberturas Minerais: Utilizam materiais de origem mineral, tais como pedras em lousas (placas).  Muito utilizadas na antigüidade (castelos medievais) e mais  recentemente apenas com finalidade estética.  Normalmente requerem superfícies declividade acentuada (50% < d >100 %).  Atualmente, vem sendo substituída por materiais similares mais leves e com mesmo efeito arquitetônico (placas de compostos fibrocimento ou polímeros)

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b) Coberturas Vegetais (sapé):  São caracterizadas pelo uso  de folhas de árvores, depositadas e amarradas sobre estruturas de madeiras. São bastante comuns em residências sul-americanas, principalmente no Uruguai.

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c) Coberturas Orgânicas Beneficiadas: Utilizam tábuas corridas superpostas ou ainda, em chapas de compostos prensados de fibra natural betumados.

coberturas-03d) Coberturas com Membranas: caracterizadas pelo uso de membranas plásticas (lonas), assentadas sobre estruturas metálicas ou de madeiras ou atirantadas com cabos de aço – tensoestruturas, ou ainda, por sistemas infláveis com a utilização de motores insufladores.
e) Coberturas em Malhas Metálicas: caracterizadas por sistemas estruturais sofisticados, em estruturas metálicas articuladas, com vedação de elementos plásticos, acrílicos ou vidros.
f) Coberturas Tipo Cascas: caracterizadas por estruturas de lajes em arcos, em concreto armado, tratadas com sistemas de impermeabilização.
g) Terraços: estruturas em concreto armado, formadas por painéis apoiados em vigas, tratados com sistemas de impermeabilização, isolamento térmico e assentamento de material para piso, se houver tráfego.
h) Telhados: são as coberturas caracterizadas pela existência de uma armação -sistema de apoio de cobertura, revestidas com  telhas (materiais de revestimento). É o sistema construtivo mais utilizado na construção civil, especialmente nas edificações.

3 – COBERTURAS PLANAS

As coberturas planas são caracterizadas planos de cobertura, também denominados de panos ou águas de uma cobertura. Na maior parte dos casos, os planos de cobertura têm inclinações (α – ângulo) iguais e, portanto, declividades (d%) iguais.

Para α < ou =  75º, a área é identificada como cobertura.

Para α > 75º o revestimento é denominado fechamento lateral.

As coberturas horizontais têm inclinação entre 1 a 3% e as consideradas inclinadas tem caimento igual ou maior de 3%. Quanto à inclinação das coberturas, as mesmas podem ser classificadas em:

a)    coberturas com pequenas declividades, denominadas terraços;
b)    coberturas em arcos;
c)    coberturas planas em superfícies inclinadas, determinadas por painéis de captação d’água.

Os sistemas de apoio de coberturas planas podem ser executados em: madeira, metal ou concreto armado (podendo ser misto, também). A escolha e definição do material são determinadas pelas exigências técnicas do projeto, como o estilo, a função, o custo, vão de sustentação, etc. Quanto à definição estrutural, as armações de coberturas podem ser executadas com os seguintes sistemas:

a)    em Madeira:
Sistema de vigas e arcos treliçados em madeira maciça
Sistema de vigas e arcos treliçados em madeira colada
Sistema de treliças tipo tesouras
Sistema tipo cavalete

b)    em Metal:
Sistemas de vigas e arcos treliçados
Sistemas de estruturas especiais (treliças espaciais etc.)

c)    em Concreto Armado:
Sistemas de vigas pré-moldadas
Sistemas de pórticos
Sistemas de estruturas especiais integradas

4 – ELEMENTOS DO PROJETO ARQUITETÔNICO

Nos projetos arquitetônicos, a determinação dos planos de cobertura compõem e determinam a Planta de Cobertura, elaboradas nas escalas: 1:100, 1:200 ou 1:500. Neste elemento de arquitetura definem-se linhas divisórias, denominadas: espigão, água furtada, cumeeira e calhas.

Devem ser indicados por setas ortogonais aos lados do polígono de cobertura, a orientação da declividade dos panos. Junto da seta, deve ser especificada a Inclinação (angulo αº) que o plano de cobertura faz com a horizontal – ou Declividade – tangente trigonométrica da inclinação, indicada pela letra d (d = h/d = tag α %).

4.1 – Especificações do Projeto Arquitetônico

a)    Relação entre inclinação (αº) e declividade (d%):

coberturas-04b)    Altura das Cumeeiras, também chamada de Ponto de Cobertura – é a relação entre a altura máxima da cobertura e o vão.

Normalmente varia entre os limites de 1:2 a 1:8 nos telhados.

coberturas-05c)    Acabamentos Laterais de Coberturas:

1.    Oitão – elevação externa em alvenaria de vedação acima da linha de forro (pé-direito), que ocorrem com a eliminação das tacaniças (planos de cobertura de forma triangular, limitado pela linha lateral da cobertura e dois espigões);
2.    Platibandas – elevação de alvenarias acima da linha de forro, na mesma projeção das paredes, com objetivo funcional de proteção das coberturas;
3.    Beiradas – caracterizadas pela projeção das estruturas de apoio de cobertura além da linha de paredes externas, e a inexistência da execução de acabamento com forro;
4.    Beirais – caracterizados pela projeção das estruturas de apoio de cobertura alem da linha de paredes externas, com a execução de forros. Em algumas definições arquitetônicas, executam-se os prolongamentos das lajes de forro em balanço estrutural, além da linha de paredes externas.

d)    Detalhes Complementares
1.    elementos de captação de águas: canaletas, calhas e ralos;
2.    iluminação e ventilação zenital: clarabóias e domos.

5 – TIPOS DE TELHADOS

5.1 – Uma água (meia água)

Caracterizada pela definição de somente uma superfície plana, com declividade, cobrindo uma pequena área edificada ou estendendo-se para proteger entradas (alpendre)

coberturas-065.2 – Duas Águas

Caracterizada pela definição de duas superfícies planas, com declividades iguais ou distintas, unidas por uma linha central denominada cumeeira ou distanciadas por uma elevação (tipo americano). O fechamento da frente e fundo é feita com oitões.

coberturas-075.3 – Três Águas

Caracterizada como solução de cobertura de edificações de áreas triangulares, onde se definem três tacaniças unidas por linhas de espigões.

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5.4 – Quatro Águas

Caracterizada por coberturas de edificações quadriláteras, de formas regulares ou irregulares.

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5.5 – Múltiplas Águas

Coberturas de edificações cujas plantas são determinadas por superfícies poligonais quaisquer, onde a determinação do número de águas é definida pelo processo do triângulo auxiliar.

 

6 – COBRIMENTO OU TELHAMENTO

O mercado oferece uma diversidade de materiais para telhamento de coberturas, cuja escolha na especificação de um projeto depende de diversos fatores, entre eles o custo que irá determinar o patamar de exigência com relação à qualidade final do conjunto, devendo-se considerar as seguintes condições mínimas:

a)    deve ser impermeável, sendo esta a condição fundamental mais relevante;
b)    resistente o suficiente para suportar as solicitações e impactos;
c)    possuir leveza, com peso próprio e dimensões que exijam menos densidade de estruturas de apoio;
d)    deve possuir articulação para permitir pequenos movimentos;
e)    ser durável e devem manter-se inalteradas suas características mais importantes;
f)    deve proporcionar um bom isolamento térmico e acústico.

6.1 – Chapa de Aço Zincado

a)    existem perfis ondulados, trapezoidais e especiais;
b)    podem ser obtidas em cores, com pintura eletrostática;
c)    permitem executar coberturas com pequenas inclinações;
d)    podem ser fornecidas com aderência na face inferior de poliestireno expandido para a redução térmica de calor;
e)    principais fornecedores: Chapas Dobel (sueca), Mini Kalha Tekno e Perkrom.

6.2 – Telhas Autoportantes

a)    executadas com chapas metálicas ou concreto protendido, em perfis especiais (autoportantes) para vencer grandes vãos, variando de 10 a 30 metros, em coberturas planas e arcadas, sem a existência de estrutura de apoio;
b)    utilizadas em construções de galpões industriais, agrícolas, esportivos, hangares etc;
c)    principais fornecedores: Kalha Tekno, Imasa, Pimental, Macmetal, Cimasa, Cassol, Consid etc.

6.3 – Telhas Metálicas: de Alumínio ou de Aço

a)    fornecidas em perfil ondulados e trapezoidais;
b)    refletem 60% das irradiações solares, mantendo o conforto térmico sob a cobertura. São resistentes e duráveis;
c)    cuidado deve ser observado para não apoiar as peças diretamente sobre a estrutura de apoio em metal ferroso, as peças devem ser isoladas no contato;

6.4 – Telhas Plásticas

a)    fornecidas em chapas onduladas e trapezoidais, translúcidas e opacas, de PVC ou Poliester e em cores;
b)    principais fornecedores: Goyana, Tigre, Plagon, Trorion etc.

6.5 – Telhas Cerâmicas

a)    são tradicionalmente usadas na construção civil;
b)    tipos principais: francesa, colonial, plan, romana, plana ou germânica.

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6.6 – Telhas de Vidro

a)    formatos similares às telhas cerâmicas;
b)    utilizadas para propiciar a iluminação zenital.

6.7 – Telhas de Fibrocimento

a)    são fabricadas com cimento portland e fibras de amianto, sob pressão;
b)    incombustíveis, leves, resistentes e de grande durabilidade;
c)    fácil instalação, existindo peças de concordância e acabamento, e exigindo estrutura de apoio de pouco volume;
d)    perfis variados e também autoportantes, com até 9,0 m de comprimento.

6.8 – Telhas de Chapas Compensadas

a)    feitas com lâminas de madeira compensada, coladas a alta pressão;
b)    incombustíveis;
c)    alta resistência mecânica, suportando peso de cinco pessoas;
d)    refletem os raios solares, permitindo temperaturas interiores mais baixas;
e)    dimensões das peças: C = 2,2 m, L = 1,00 m, e = 6 mm.

6.9 – Telhas de Concreto

a)    telhas produzidas com traço especial de concreto leve, proporcionando um telhado com 10,5 telhas por metro quadrado e peso de 50 kg/m2;
b)    perfis variados com textura em cores obtidas pela aplicação de camada de verniz especial de base polímero acrílica;
c)    alta resistência das peças, superior a 300 kg.

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6.10 – Chapas de Policarbonato

a)    apresentadas em chapas compactas (tipo vidro) ou alveolares, transparentes ou translúcidas, em cores, praticamente inquebráveis (resistência superior ao do vidro em 250 vezes), baixa densidade, resistentes a raios ultra-violeta, flexíveis, material auto extinguível não gerando gases tóxicos quando submetido a ação do fogo;
b)    a aplicação de chapas de policarbonato, devido a variedade de tipos e espessuras, é a solução para inúmeras indicações, tais como: coberturas em geral, luminosos, blindagem, janelas e vitrines etc.;
c)    basicamente as chapas de policarbonato podem ser instaladas em qualquer tipo de perfil: de aço, alumínio ou madeira, porém, é necessário que tenham  boa área de apoio e folga para a dilatação térmica.

7 – ESTRUTURAS DE APOIO

As armações tipo tesouras correspondem ao sistema de vigas estruturais treliçadas, ou sejam, estruturas isostáticas executadas com barras situadas num plano e ligadas umas ao outras em suas extremidades por articulações denominadas de nós, em forma de triângulos interligados e constituindo uma cadeia rija, apoiada nas extremidades.

7.1 – Tipos de Tesouras

Independente do material a ser utilizado na execução de estruturas tipo tesoura, as concepções estruturais são definidas pelas necessidades arquitetônicas do projeto e das dimensões da estrutura requerida, onde podemos ter os seguintes esquemas:

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7.2 – Elementos de uma Tesoura e Terminologia

Para orientar a comunicação com o pessoal nas obras a terminologia das peças que compõem um telhado é a seguinte:

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7.3 – Detalhes de Ligações dos Elementos – Sambladuras e Entalhes

São tipos de ligações práticas entre duas peças de madeiras definidas após verificação das resistências das superfícies de contato ao esmagamento e, às vezes, ao cisalhamento de um segmento da peça (caso específico dos nós extremos da tesoura).

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coberturas-187.4 – Detalhes dos Elementos de Amarração

São os elementos de amarração e de ancoragem que proporcionam a ligação que deve existir entre a edificação e a cobertura. Usualmente os elementos de amarração são constituídos de barras, braçadeiras, cantoneiras ou chapas de aço colocados de forma a fixar as tesouras ou cavaletes firmemente nas lajes, vigas ou paredes da construção de forma a suportar os possíveis esforços médios de arrancamento ou movimentação da cobertura (ventos, chuva,  e dilatação térmica).

coberturas-197.5 – Detalhes dos Elementos de Ancoragem

Os elementos de ancoragem são necessários quando são maiores os esforços de arrancamento da estrutura de cobertura, exigindo dessa forma a execução de dispositivos de aprisionamento das tesouras com maior critério. Nos esquemas a seguir são mostrados sete tipos de ancoragem mais usuais e seus resultados em termos de desempenho (carga média de ruptura).

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7.6 – Detalhes dos Elementos de Captação de Água

Os elementos de captação de águas pluviais de coberturas compõem o sistema de coleta e condução das águas que vai desde o telhado propriamente dito até ao sistema público de destinação dessas águas (drenagem superficial e subterrânea da via pública). Em geral os elementos de captação e condução são executados em chapas de ferro galvanizado, mas podem ser de PVC rígido, fibrocimento ou concreto armado impermeabilizado. Na tabela a seguir são relacionadas as chapas de ferro galvanizado usuais existentes no mercado:

coberturas-21A colocação e fixação dos elementos de captação de água devem ocorrer pouco antes do arremate final do telhado e o engenheiro deve verificar os seguintes pontos antes de liberar a continuidade dos trabalhos, pois é prudente evitar retorno de operários sobre a cobertura para fazer reparos para não causar danos às telhas e acessórios e com isso provocar infiltrações e goteiras:

a)    conferir as emendas (soldas e rebites);
b)    verificar se o recobrimento mínimo é respeitado (8 cm em telhados comuns);
c)    fazer um teste de vazamento e caimento (ver se água fica parada em pontos da calha);
d)    ver se existem juntas de dilatação em calhas com mais de 20 m;
e)    verificar os pontos de impermeabilização

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GLOSSÁRIO

Água – é o tipo de caimento dos telhados em forma retangular ou trapezoidal (meia-água, duas águas, três, quatro águas).
Alpendre – cobertura suspensa por si só ou apoiada em colunas sobre portas ou vãos. Geralmente, fica localizada na entrada da edificação.
Amianto – originado do mineral chamado asbesto, composto por filamentos delicados, flexíveis e incombustíveis. É usado na composição do fibrocimento.
Beiral – parte da cobertura em balanço que se prolonga além da prumada das paredes.
Caibros – peças e madeira de média esquadria que ficam apoiadas sobre as terças para distribuir o peso do telhado.
Calha – é canal ou duto em alumínio, chapas galvanizadas, cobre, PVC ou latão que recebe as águas das chuvas e as leva aos condutores verticais.
Cavalete – é a estrutura de apoio de telhados feita em madeira, assentada diretamente sobre laje.
Chapuz – é o calço de madeira, geralmente em forma triangulas que serve de apoio lateral para a terça ou qualquer outra peça de madeira.
Clarabóia – é a abertura na cobertura, fechada por caixilho com vidro ou outro material transparente, para iluminar o interior.
Contrafrechal – é a viga de madeira assentada na extremidade da tesoura.
Cumeeira – parte mais alta do telhado no encontro de duas águas.
Empena, oitão ou frontão – cada uma das duas paredes laterais onde se apoia a cumeeira nos telhados de duas águas.
Espigão – interseção inclinada de águas do telhado.
Frechal – é a componente do telhado, a viga que se assenta sobre o topo da parede, servindo de apoio à tesoura. Distribui a carga concentrada das tesouras sobre a parede.
Platibanda – mureta de arremate do telhado, pode ser na mesma prumada das paredes ou com beiral.
Policarbonato – Material sintético, transparente, inquebrável, de alta resistência, que pode substituir o vidro, proporcionando grande luminosidade.
Recobrimentos – são os transpasses laterais, inferior e superior que um elemento de cobrimento (telha) deve ter sobre o seguinte.
Rincão (água furtada) – canal inclinado formado por duas águas do telhado.
Ripas – são as peças de madeira de pequena esquadria pregadas sobre os caibros para servir de apoio para as telhas.
Tacaniça – é uma água em forma triangular.
Terças – são as vigas de madeira que sustentam os caibros do telhado, paralelamente à cumeeira e ao frechal.
Tirante – é a viga horizontal (tensor) que, nas tesouras, está sujeita aos esforços de tração.
Treliça – é a armação formada pelo cruzamento de ripas de madeira. Quando tem função estrutural, chama-se viga treliça e pode ser de madeira ou metálica.
Varanda – área coberta ao redor de bangalôs (casas térreas), no prolongamento do telhado.

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NORMAS DO MINISTÉRIO DE TRABALHO
NR – 11 Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais
NR – 18 Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção

LINKS NA INTERNET
Brasilit – http://www.brasilit.com.br/
Eternit – http://www.eternit.com.br/
Imasa – http://www.imasatelhas.com.br/imasa.htm
Infibra – http://www.infibra.com.br/index1.htm
Isdralit – http://www.isdralit.com.br/
Lafarge – http://www.lafarge.com/
Perkrom – http://www.perkrom.com.br/
Precon – http://www.precon.com.br/
Rooftech – http://www.rooftech.com.br

BIBLIOGRAFIA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA. Manual técnico de fibrocimento. São Paulo: Pini, 1988. 180p.
AZEREDO, Hélio Alves de. O edifício e sua cobertura. São Paulo: Edgard Blücher, 1977. 182p.
BAUER, L A Falcão. Materiais de construção. 5ª edição. Rio de Janeiro: RJ. LTC- Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1994. 935p.
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DA UEPG. Notas de aulas da disciplina de Construção Civil. Carlan Seiler Zulian; Elton Cunha Doná. Ponta Grossa: DENGE, 2000-2001.
DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ENGENHARIA CIVIL DA UFPR. Notas de aulas da disciplina de Construção Civil (segundo volume). Diversos autores. Revisor: Lázaro A. R. Parellada. Apostíla. Curitiba: DAEP, 1997.
ETERNIT. Catálogo personalizado on-line. Disponível na página: http://www.eternit.com.br/etertools/catalogo/. Acessado em 06/09/2001.
GUEDES, Milber Fernandes. Caderno de encargos. 3ª ed. atual. São Paulo: Pini, 1994. 662p.
KLOSS, Cesar Luiz. Materiais para construção civil. 2ª ed. Curitiba: Centro Federal de Educação Tecnológica, 1996. 228p.
PETRUCCI, Eládio G R. Materiais de construção. 4ª edição. Porto Alegre- RS: Editora Globo, 1979. 435p.
RIPPER, Ernesto. Como evitar erros na construção. 3ª ed.rev. São Paulo: Pini, 1996. 168p.
RIPPER, Ernesto. Manual prático de materiais de construção. São Paulo: Pini, 1995. 253p.
SOUZA, Roberto…[et al.]. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. São Paulo: Pini, 1996. 275p.
VERÇOSA, Enio José. Materiais de construção. Porto Alegre: PUC.EMMA.1975.

Fonte:  UEPG e  Portal Metálica

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Merry Christmas – Happy New Year

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Grafeno: Dobrável e forte, o material do futuro !

Uso na indústria eletrônica tem amplo potencial e inclui aparelhos flexíveis, computadores quânticos e dispositivos vestíveis.

 

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Trata-se de uma forma de carbono, um condutor de eletricidade e calor melhor do que qualquer outro. E não é apenas o material mais duro do mundo, como também um dos mais flexíveis.

O grafeno poderá revolucionar a indústria eletrônica com a produção de aparelhos flexíveis, computadores quânticos superpoderosos, roupas eletrônicas e computadores capazes de fazer interface com as células do nosso corpo.

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A Sociedade Americana de Química anunciou em 2012 que o grafeno é 200 vezes mais resistente do que o aço, e tão fino que uma única onça do material (cerca de 28 g) pode cobrir 28 campos de futebol. Cientistas chineses criaram um aerogel de grafeno, um material ultraleve derivado de um gel, que pesa sete vezes menos que o ar. Uma polegada cúbica do material poderia equilibrar-se sobre uma folha de erva.

 

“O grafeno é um dos poucos materiais transparentes do mundo, condutor de eletricidade e calor e flexível – tudo ao mesmo tempo”, diz Aravind Vijayaraghavan, professor da Universidade de Manchester. “É extremamente raro encontrar todas estas propriedades juntas num único material.”

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O que é possível fazer com o grafeno?

Físicos e pesquisadores acreditam que, em breve, poderemos fabricar produtos eletrônicos mais finos, mais velozes e mais baratos do que qualquer outra coisa feita de silício, com a opção de poderem ser transparentes e flexíveis.

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Baterias de grande duração que podem ficar submersas na água são outra possibilidade.

Em 2011, pesquisadores da Northwestern University construíram uma bateria que incorporava grafeno e silício, o que, segundo a universidade, poderia permitir a produção de um telefone celular que “permaneça carregado por mais de uma semana e possa ser recarregado em apenas 15 minutos”.

Em 2012, a Sociedade Americana de Química informou que os avanços no campo do grafeno poderiam resultar em tecnologias de tela de toque que “permitiriam fabricar telefones celulares finos como uma folha de papel e dobráveis o suficiente para ser enfiados no bolso”.

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Vijayaraghavan está construindo uma série de sensores de grafeno – inclusive sensores de gás, biossensores e sensores de luz – muito menores do que os atuais.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia Avançada da Samsung, que trabalham para a Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, anunciaram que a Samsung descobriu como produzir grafeno de alta qualidade a partir de pastilhas de silício que poderia ser usado na produção de transistores de grafeno. A Samsung afirmou num comunicado que estes avanços significam que ela poderá começar a produzir “telas flexíveis, vestíveis e outros aparelhos eletrônicos da próxima geração”.

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Cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, fabricaram alto-falantes de grafeno capazes de produzir um som de qualidade igual ou melhor à dos fones de ouvido comerciais Sennheiser. E bem menores.

Outro aspecto fascinante do grafeno é sua capacidade de ficar imerso em líquidos sem se oxidar, ao contrário de outros materiais condutores.

Segundo Vijayaraghavan, a pesquisa do grafeno conduz a experiências em que a eletrônica se integra a sistemas biológicos. Em outras palavras, poderão ser feitos implantes de grafeno no corpo humano capazes de ler nosso sistema nervoso ou conversar com nossas células.

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A Samsung não é a única companhia que trabalha no desenvolvimento do grafeno. Pesquisadores da IBM, Nokia e SanDisk realizam experiências com o material para criar sensores, transistores e memória de armazenamento. É provável que, quando estes produtos eletrônicos chegarem às prateleiras das lojas, sejam completamente diferentes de tudo o que vimos até agora.

Custo baixo

O fator mais importante é que o grafeno é extremamente barato.

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Fonte:

Nick Bilton The New York Times / Tradução de Anna Capovilla

Fotos: Nicholas Petrone/The New York Times

www.promethod.com.br

 

 

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Natal / RN – Arena das Dunas

The Arena das Dunas is a football stadium designed by leading sports architect Christopher Lee of Populous to host football matches for the 2014 FIFA World Cup held in Brazil.

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Projetado para ser um local multiuso, o estádio vai sediar eventos esportivos, feiras e shows, além dos 22.000 m2 de praça ao ar livre em volta do estádio.

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O projeto do arquiteto australiano Christopher Lee (que também assinou o projeto do Estádio Olímpico de Londres) foi inspirado nas paisagens de dunas de Natal, dando um aspecto único à construção.

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A fachada e a cobertura são integradas e compostas por 20 “pétalas”, projetadas para serem mais altas em um dos lados do estádio, dando a forma e a ideia do movimento das dunas de areia, comuns na região. O projeto também permite maior ventilação e entrada de luz no estádio.

As estruturas em forma de pétala do telhado são feitas de treliças de aço, cobertas por fora com telhas de alumínio, com isolamento térmico e acústico. Internamente, são revestidos com uma membrana tensionada de PVC. As peças são unidas por policarbonato translúcido, o que permite que a passagem da luz.

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A cobertura da Arena também foi projetada para captar água da chuva. As calhas que coletam a água a conduzem para nove reservatórios instalados sob as arquibancadas inferiores. Como resultado, a até 3.000 metros cúbicos podem ser capturados e reutilizados nos sanitários e para a irrigação do campo.

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 Os torcedores que forem aos jogos e eventos no estádio vai perceber um novo padrão de conforto e segurança, que começou a ser visto no país com as novas arenas.  O estádio conta com estacionamento coberto, auditório, camarotes, Espaço Vip, telões em alta resolução, centro de comando e controle e quatro diferentes tipos de assentos.

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O acesso é privilegiado, já que ela está localizada no centro de Natal. São 75 catracas que permitem acessar as 21 entradas que levam aos quatro níveis da arena.

São 18 escadas e três rampas para atender às pessoas com mobilidade reduzida. Ao redor do estádio há 20 escadas metálicas que levam às arquibancadas superior e inferior, além de um anel que permite a circulação por todos os setores.

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A Arena das Dunas conta, ainda, com quatro lounges com capacidade entre 250 e mil lugares, 25 quiosques para comercialização de alimentos e bebidas, além de 30 banheiros.

Possui capacidade para 42.000 espectadores com 10.600 assentos removíveis.  São quatro tipos de assentos, em diferentes tons de azul: para o público geral, hospitalidade, VIP e Very VIP. Todos rebatíveis e com encosto. A diferença entre eles é que, em alguns setores, as cadeiras têm braços, estofamento e guarda-copos.

Também foram reservados 521 lugares para pessoas com deficiência. A escolha pelas cores foi uma opção no projeto arquitetônico, como explica Charles Maia, diretor da Arena das Dunas. “É um azul degradê. Torna-se uma espécie de oásis, compatível com o desenho do projeto. São quatro tons de azul, dando ideia de movimento”, explica.

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Acessibilidade

Com rampas, elevadores, assentos para obesos, espaço reservado para cadeirantes, informação visual e piso com sinalização tátil do portão de entrada à arquibancada, a arena atende a todos os requisitos de acessibilidade.

“A arena está acessível em todos os níveis, com rampas e elevadores. Nos camarotes há banheiros acessíveis, ao redor da arena há sanitários masculinos e femininos com acessibilidade, bem distribuídos para atender a todos os portadores de necessidade especiais. Há piso tátil desde o portão externo, passando pelas bilheterias, até chegar à arquibancada”, detalha Charles Maia.

No total, os 521 assentos para deficientes disponibilizam 269 lugares para pessoas com mobilidade reduzida, 74 para obesos e 104 espaços destinados aos cadeirantes.

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Mais conforto

Os torcedores que chegarem com o próprio veículo terão 2.500 vagas de estacionamento, sendo 557 cobertas. Há vagas destinadas a deficientes, idosos, carros que usam energia limpa, motos, ônibus, além de um bicicletário. Localizado no térreo, o estacionamento coberto tem elevadores que dão acesso direto aos camarotes.

Foram construídos 39 camarotes, com 30 ou 50 lugares, dependendo da localização. Mobiliados com mesas, cadeiras, sofás, balcão e TV, cada camarote possui banheiro privativo e conta com serviços exclusivos. A arena também tem quatro lounges (com 250, 500 e dois com mil lugares), com sanitários privativos e os mesmos serviços dos camarotes.

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Tecnologia e Segurança

A segurança do estádio será coordenada pela equipe presente no Centro de Comando e Controle da arena, instalado em uma sala com mais de 80m², com equipamentos que permitem o monitoramento das imagens captadas por 200 câmeras, capazes de fazer reconhecimento facial dos torcedores.

“A sala de comando fica conjugada com o pessoal que controla o som e os telões. Ela fica no nível dos camarotes. Temos mais de 200 câmeras que fazem a cobertura de todas as áreas externas e internas. Quem está na arena está sendo visto pelo pessoal da sala de comando e controle, com equipamentos que fazem identificação facial”, afirma Charles Maia.

As informações ao público e os lances do jogo são transmitidos, com clareza, pelo sistema de som e pelos dois telões de 64m² (10,4m de largura e 6,22 de altura). Os telões estão instalados na cobertura, nos setores sudeste e noroeste, e transmitem imagens em alta resolução.

Em caso de emergência, o projeto da arena foi pensado para que o tempo de evacuação seja de, no máximo, oito minutos.

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Endereço: Av. Prudente de Morais, 5121 – Lagoa Nova, Natal – RN, 59020-510

Abertura: January 26, 2014

Ficha Técnica   

Área do terreno:                      450.000 m²

Área construída:                      412.000 m² – 122.000 m² (arena); 290.000 m² (centros administrativos)

Início do projeto:                     2008

Arquitetura:                               Populous Architects

Início das obras:                       junho de 2011

Conclusão das obras:             2013

Construção:                                OAS

Projeto básico                           R$ 13 milhões

Instalação das vigas                Após a conclusão da terraplenagem, construtora OAS começa instalação das vigas que sustentarão superestrutura do estádio

 

Fonte: Portal da Copa; http://www.metálica.com.br

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Estação Júlio Prestes – Dos trens à Sala São Paulo

Dos trens à Sala São Paulo – Estação Júlio Prestes, 75 anos.

A estação terá reforma de R$ 2,7 milhões em área da Secretaria Estadual da Cultura. Será beneficiada com a melhoria, a parte do prédio hoje ocupada pela Secretaria Estadual da Cultura.

O prédio da Estação Júlio Prestes foi construído entre 1926 e 1938, para ser sede da Estrada de Ferro Sorocabana, empresa criada pelos “barões do café” paulistas.

O projeto é de autoria do arquiteto Christiano Stockler das Neves (1889- 1982). Com a crise de 1929, entretanto, o plano teve de ser revisto – e a imponente construção ficou menor do que a ideia idealizada.

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Do apito dos velhos trens aos acordes das mais importantes orquestras do mundo. Assim pode ser resumida a história da Estação Júlio Prestes, cujo prédio, um marco da região central de São Paulo, tem completos 75 anos. E, uma boa notícia: está em fase de projeto, com obras previstas para início neste ano (2014) um novo restauro, orçado em R$ 2,7 milhões.

Será beneficiada com a melhoria, a parte do prédio hoje ocupada pela Secretaria Estadual da Cultura. O projeto desenvolvido pelo escritório Dupré Arquitetura & Coordenação, o mesmo responsável pela grande intervenção que, entre 1997 e 1999, transformou o então jardim interno do prédio em um moderno palco de concertos, a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

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“Na época, o maior desafio foi resolver a questão acústica. Por isso desenvolvemos um sistema de forros móveis”, explica o arquiteto Nelson Dupré.

Nas obras, serão recuperadas fachadas, instalações elétricas, hidráulicas e telefônicas, além de melhorias no paisagismo e na sinalização interna da estação.

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“Das décadas de 1960 a 1980, a Estação Júlio Prestes experimentou um processo de decadência, com seu entorno”, diz o historiador Caio Passados Garcia, um dos monitores do tour oferecido diariamente para quem quiser conhecer mais sobre o prédio.

No início dos anos 1990, por causa de uma dívida que a Prefeitura tinha com o governo estadual, o imóvel foi repassado ao Estado. Anos depois, virou sede da Sala São Paulo e da secretaria.

Anexa ao equipamento cultural, a estação de trem continua funcionando. É ponto inicial da Linha 8 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), por onde passam diariamente, em média, 430 mil pessoas.

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O som não atrapalha em nada os eventos culturais ali dentro, graças a vidros antirruído. “E, no caso da sala de espetáculos propriamente dita, há um revestimento especial no chão com quatro camadas: concreto, neoprene, madeira naval e só então o piso visível ao público”, diz Garcia.

Toda a localização das poltronas, balcões e espaços vazios foi pensada e projetada para que os volumes internos também trabalhassem a favor da sonoridade da Sala São Paulo.

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 Fonte/Créditos: EDISON VEIGA / TEXTO, EDUARDO ASTA / INFOGRÁFICO – O Estado de S.Paulo

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Expo 2020: Dubai foi eleita para ser a sede

Proposta de São Paulo foi eliminada na primeira etapa das votações

Com projeto do escritório de arquitetura americano Hok, Dubai venceu o concurso internacional para sediar a Expo Mundial de 2020, e será a primeira cidade do Oriente Médio a receber a exposição internacional desde sua criação, em 1851.

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Trazendo o tema “Conectando mentes, criando o futuro” – “Connecting Minds, Creating the Future“, em inglês, –  o programa que engloba 438 hectares desbancou a proposta da arquiteta iraquiana Zaha Hadid para Izmir, na Turquia.

O projeto que traria o evento para a cidade de São Paulo, em Pirituba, foi eliminado na primeira etapa das votações.

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O design de Dubai engloba três pavilhões conectados por uma ampla estrutura fotovoltaica, que prevê a criação de um toldo de painéis solares sobre os principais cominhos que dão acesso aos volumes.

Segundo o presidente do Hok, Bill Hellmuth, “a vitória de Dubai eleva seu status de uma cidade global com infraestrutura de ponta e enfatiza seu compromisso com energia sustentável”.

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A exibição será disposta em três zonas, que irão se desdobrar desde uma praça central em referência aos tradicionais mercados arábes, conhecidos como souks. A fim de incentivar com que visitantes explorem toda a extensão do espaço, os pavilhões menores serão posicionados próximo ao centro e entradas principais, enquanto as estruturas maiores estarão localizadas em um perímetro mais afastado.

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A próxima Expo Mundial será realizada em Milão, no ano de 2015, seguida pela Expo 2017 em Astana, no Cazaquistão, que tem projeto assinado pelo escritório americano Adrian Smith + Gordon Gill Architecture.

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Fonte: ARCOweb | Dezembro de 2013

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