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Arquivo da tag: sustentabilidade

Feliz e Próspero 2014

Para os nossos amigos, parceiros e colaboradores . . .

Boas Festas e Feliz 2014

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Porto Alegre – Aeromóvel entra em operação

Veículo leve sobre trilhos, suspenso de 4,5 m a 9 m de altura, é movimentado pelo ar gerado por ventiladores industriais.

Inaugurado em ritmo de operação assistida em 10/08/2013, o aeromóvel faz a ligação entre a Estação Aeroporto do Metrô e o Terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O trecho de 1 km de extensão é percorrido em até dois minutos, atingindo velocidade de máxima de 65 km/h.

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O aeromóvel é um veículo leve sobre trilhos, suspenso de 4,5 m a 9 m de altura, movimentado pelo ar gerado por ventiladores industriais, que controlam, além da pressão, direção e velocidade ao ar.

A Trensurb, em 2010, adquiriu o pacote tecnológico do aeromóvel e lançou projeto de implementação do primeiro sistema no País.  As empresas responsáveis pela construção são: Aeromóvel Brasil S.A. (tecnologia), Premold S.A. (via elevada), T’Trans (veículos) e Rumo Engenharia Ltda. (estações).

O sistema de propulsão do aeromóvel (que também pode ser acionado com gás natural) apresenta consumo de energia elétrica de 32 Wh/passageiro-quilômetro ou aproximadamente 80 kWh/hora de operação/veículo, considerado baixo pelos engenheiros.

Além da energia elétrica, o ruído gerado pelo aeromóvel está abaixo dos níveis estabelecidos para sistemas de transporte urbano em países desenvolvidos. O modal também garante impacto sonoro reduzido, já que dispensa motor de propulsão embarcado.

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A estrutura que sustenta o aeromóvel possui pilares pré-moldados de aproximadamente 12 t, com 65 cm x 85 cm de seção e alturas que variam de 5 m a 7 m. Ao todo, foram montados 47 pilares em espaçamentos que variam de 15 m a 25 m.

Para compor a estrutura das vias, a opção foi pelo uso de vigas caixão de concreto protendidas e pré-moldadas com seção vazada, fabricadas especialmente para a obra. Pequenas aberturas executadas nas lajes superiores das vigas permitirão que o mastro da placa de propulsão deslize pela via e impulsione o veículo. Cada uma das 50 vigas de 25 m de comprimento e 2,5 m de largura pesa aproximadamente 80 t.

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Com capacidade para atender 7,7 mil usuários, a Estação Aeromóvel Trensurb possui área aproximada de 170 m² de plataforma, mais 126 m² de área de apoio à estação e ao sistema no térreo. Já a Estação Aeromóvel Salgado Filho – com aproximadamente 430 m² de plataforma e mais 82 m² de área de apoio à estação e ao sistema – foi concebida próxima ao acesso à área de embarque do Aeroporto Salgado Filho.

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Durante o período de operação assistida, a linha funcionará em horário reduzido, das 10h às 16h, de segunda a sexta-feira, sem cobrança de passagem. Quando a operação plena tiver início, no início de novembro, os usuários vão pagar R$ 1,70 pela viagem que dará direito ao transporte na linha do metrô sem cobrança adicional. Da mesma forma, quem desembarcar na Estação Aeroporto do metrô não pagará mais nada para utilizar o Aeromóvel.

Dados gerais

  • Extensão: 814 metros de trajeto em via elevada (total de 1.010 metros de trilhos, considerando-se terminais de manobra e de manutenção).
  • Terminais: dois (um na Estação Aeroporto da Trensurb, outro no Terminal 1 do Aeroporto Salgado Filho).
  • Veículos: dois (um com capacidade para 150 passageiros e outro para 300).
  • Tempo estimado do percurso total: dois minutos.
  • Investimento estimado: R$ 37,8 milhões. Recursos do Governo Federal.
  • Prazo estimado para conclusão: segundo semestre de 2013.
  • Demanda prevista do sistema: 7,7 mil passageiros por dia.
  • Execução das obras: Aeromovel Brasil S.A. (pacote tecnológico), Premold S.A. (via elevada), T’Trans (veículos) e Rumo Engenharia Ltda. (estações).

Conforto

  • Sistema de freio pneumático de alta confiabilidade, mais conforto no deslocamento.
  • Veículos silenciosos, sem ruído de motores e com design moderno.
  • Acessibilidade universal, com espaço para cadeirantes e idosos.
  • Qualidade no transporte ao aeroporto para quem está na Região Metropolitana.
  • Melhoria da infraestrutura de transporte para acesso ao aeroporto e para a Copa do Mundo de Futebol de 2014.

Meio ambiente

  • Tecnologia “limpa”, com motores elétricos e sem a emissão de poluentes gasosos.
  • Estruturas elevadas e menos espessas, com design moderno e sem poluição visual.
  • Motores dispostos em casas de máquinas acusticamente isoladas, evitando poluição sonora.
  • Projeto com total atendimento às legislações ambientais vigentes.
Fontes:  Portal Transurb; Portal Piniweb – Rodrigo Louzas

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São Paulo: Monotrilho – Linha 15 Prata

O Metrô de São Paulo anuncia: 

O primeiro trecho do Monotrilho Linha Prata-15 deverá ficar pronto ainda em 2013.

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O primeiro trecho do monotrilho da zona Leste da cidade de São Paulo, que ligará o bairro Cidade Tiradentes à estação Vila Prudente da linha 2 – Verde do Metrô, deverá ficar pronto ainda em 2013. Nessa etapa, serão entregues 2,9 km de via, as estações Vila Prudente e Oratório e o Pátio Oratório. A obra faz parte do projeto da Linha 15 – Prata, do monotrilho de São Paulo, que terá extensão total de 24,5 km, 17 estações e dois pátios de estacionamento e manutenção de trens, atendendo 500 mil usuários por dia até o final de 2016.

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Pátio Oratório

Impacto na Vizinhança

Um dos fatores determinantes para a escolha do modal foi a possibilidade de implementá-lo nos canteiros das avenidas centrais, minimizando o impacto da ocupação do viário.

Isso foi possível em virtude das condições do traçado, que permitia a construção dos pilares e a elevação da via a alturas que variam de 12 m a 15 m.

“Avaliamos todas as opções, incluindo os Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs). Mas esse sistema demandaria a construção de uma canaleta, ocupando uma faixa do viário. Os corredores de ônibus a diesel também foram descartados porque sua capacidade de transporte é metade da do monotrilho, de apenas 250 mil usuários por dia”, explica Paulo Sérgio Amalfi Meca, gerente do empreendimento Linha 15–Prata.

Estação Vila Prudente

Estação Vila Prudente

Além de custar em torno de 50% a 60% de uma linha de metrô, outra vantagem do sistema, segundo o Metrô de São Paulo, é a redução no número de desapropriações – um terço do necessário para a construção de linhas enterradas.

O grande diferencial do ponto de vista da engenharia, no entanto, é a adaptabilidade ao viário. O monotrilho permite vencer curvas acentuadas de até 45 m de raio, acompanhando o desenho do viário, o que seria impossível com trens convencionais. “A forma como os carros são concebidos e as dimensões entre os seus truques também contribuem para maior adequação, possibilitando, inclusive, vencer rampas com até 6% de inclinação, ante 4% do trem convencional do metrô”, observa Meca.

Estação Oratório

Estação Oratório

O receio inicial com relação ao impacto visual, à geração de ruídos e ao chamado “efeito Minhocão”, com possível sombreamento e degradação do entorno das vias, foi a principal barreira para a aceitação do novo sistema de transporte por parte da população e dos órgãos públicos.

De acordo com Meca, os temores são infundados, já que os pneus dos veículos do monotrilho são de borracha e a leveza da estrutura – com espaços vazados entre vigas de concreto, que ficam a 15 m de altura do chão – reduz a sombra no solo.

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Como parte das exigências para licenciamento ambiental, o projeto prevê tratamento paisagístico – com plantio de árvores que integrarão o processo de reurbanização das avenidas por onde o monotrilho passará – e a implantação de ciclovia ao longo dos 24,5 km de extensão das vias e de bicicletários com capacidade para 50 bicicletas em cada estação.

Trajeto - Monotrilho Linha 15 - Prata

Trajeto – Monotrilho Linha 15 – Prata

Monotrilho Linha 15 Prata

Monotrilho Linha 15 Prata

Informações Adicionais

  • Monotrilho Linha Leste
  • Extensão: 24,5 km
  • Número de estações: 17
  • Quantidade de trens: 54, com sete carros cada e capacidade de transportar mil passageiros cada
  • Intervalo entre trens: 90 segundos
  • Velocidade média comercial: 35 km/h
  • Velocidade máxima: 80 km/h
  • Capacidade de atendimento: 500 mil passageiros por dia

Fonte: Mobilize-se  |  Imagens: Metro-SP

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Comentários desativados em São Paulo: Monotrilho – Linha 15 Prata

Publicado por em 07/07/2013 em Infraestrutura, Planejamento Estratégico, Sustentabilidade e Meio Ambiente

 

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Água: O insumo finito

A água é um recurso que necessita de manejo e uso consciente pois, na forma bruta – salobra e imprópria ao consumo humano –, encontra-se em abundância no meio ambiente mas, na forma potável ou em condições de ser potabilizada, é finita, restrita e limitada aos bolsões telúricos denominados aquíferos (reservas subterrâneas de água).

O manejo sustentável da água urbana envolve as ações de economia (aparelhos economizadores), de reúso (águas servidas), de aproveitamento eficiente (água da chuva) e de conservação (recarga dos aquíferos).

Aparelhos economizadores

O bom uso da água potável oferecida pela concessionária, utilizando-se de equipamentos economizadores de água como os vasos sanitários com caixa acoplada, registro com sensor de presença, acionamentos de torneiras temporizados e vasos sanitários a vácuo, é a condição primordial para a eficiência e economia de todo sistema hidráulico de edificações

Tratamento das águas servidas

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As águas servidas são as águas provenientes da totalidade do esgoto doméstico ou comercial, derivadas dos vasos sanitários, chuveiros, lavatórios de banheiro, banheiras, tanques, máquinas de lavar roupas, pias de cozinha e lavagem de automóveis. Para fins de separação e reúso, as águas servidas compõem-se das águas negras (vasos sanitários e pias de cozinha) e águas cinzas (chuveiros, lavatórios de banheiro, banheiras, tanques, máquinas de lavar roupas e lavagem de automóveis).

Quando não separadas, as águas servidas podem ser tratadas para o reúso restrito ou lançadas no meio ambiente de três maneiras:

Reúso das águas servidas com tratamento simples

No tratamento simples, o esgoto é recolhido e centralizado em uma fossa séptica de alto desempenho no qual se processa a decomposição anaeróbica, depois passa por um reator aeróbico e uma filtragem de areia, sendo finalmente armazenado e bombeado para um sistema de irrigação subterrânea.

Reator aeróbico

O reator é um tanque no qual se opera a decomposição aeróbica da matéria orgânica por parte das bactérias. Um reator simples é composto de três câmaras:

1) A primeira recebe a água a ser tratada e a injeção de ar por meio de um soprador;
2) A segunda contém o meio suporte para a fixação das colônias de bactérias; e
3) A terceira separa e armazena o lodo gerado no processo.

Os reatores aeróbicos podem ser de fluxo ascendente (a água entra por baixo e sai por cima) ou descendente (a água entra por cima e sai por baixo).

Reúso das águas servidas com tratamento completo

No tratamento completo, o esgoto é recolhido e centralizado em uma fossa séptica de alto desempenho e segue para o reator aeróbico. Após o trabalho bacteriano, segue para a esterilização, decantação e filtragem de areia e carvão ativado (não obrigatoriamente nessa ordem). Após o tratamento, a água pode ser utilizada em irrigação superficial por aspersão ou gotejamento excluindo as hortas e frutíferas rasteiras. Nesse processo, é fundamental o controle da qualidade da água para se evitar a proliferação de patogênicos.

Uma variação possível, quando se dispõe de áreas maiores, é, após o trabalho bacteriano no reator, seguir com a água para o chamado Tratamento por Zonas de Raízes, que se caracteriza por um tanque com várias camadas de argila expandida, areia e terra, no qual são cultivadas plantas aquáticas que completam o trabalho bacteriano com microorganismos eficientes localizados nas suas raízes. As plantas aquáticas vão também retirar o excesso de nitrogênio presente na água, que é utilizado na sua própria nutrição.

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1- Descarte na terra
2- Reúso das águas com tratamento simples
3- Reúso das águas com tratamento completo a partir das zonas de raízes
4- Reúso das águas com tratamento completo com filtragem

Microorganismos eficientes

São considerados microorganismos eficientes as bactérias e fungos que auxiliam a decomposição da matéria orgânica, a fixação do nitrogênio no solo, as funções vitais como a digestão e absorção de nutrientes e o controle dos microorganismos patogênicos.

Reúso das águas cinzas

As águas cinzas são aquelas derivadas dos chuveiros, lavatórios de banheiro, banheiras, tanques, máquinas de lavar roupas e lavagem de automóveis, sejam de uso doméstico ou comercial.

É recomendado que as águas cinzas tratadas sejam utilizadas prioritariamente na irrigação e na lavagem de pisos e calçadas. Quando o sistema permitir o contato humano com a água de reúso, a mesma deverá ser desinfetada com cloro ou por meio de raios ultravioleta.

Quando utilizadas na lavagem de automóveis, as águas cinzas devem ser tratadas por um processo que, além da filtragem, promova a retirada dos produtos saponáceos agregados e óleo, e proceda também a uma desinfecção final.

O reúso das águas cinzas com lançamento direto no vaso sanitário só é recomendado quando a água a ser reusada venha exclusivamente das máquinas de lavar roupa, em circuito fechado, e seja devidamente tratada para se retirar o excesso de saponáceos.

Para se montar um sistema eficiente de reúso das águas cinzas para irrigação, é necessário:
1) Na fonte do insumo, separar as águas cinzas das águas negras por tubulações independentes;
2) Definir e instalar o equipamento de tratamento para as águas cinzas;
3) Prever um sistema de irrigação adequado; e
4) Direcionar as águas cinzas tratadas para o sistema de irrigação.

O reúso das águas cinzas pode ser feito de três maneiras:

Reúso direto das águas cinzas

No reúso direto, as águas cinzas passam por um retentor de sólidos e são armazenadas em reservatório específico. O uso é feito diretamente mediante bombeamento direcionando a água para a irrigação subterrânea.

Reúso das águas cinzas com filtragem

O tratamento básico das águas cinzas consiste em retenção de sabão, retenção de sólidos e gorduras corporais, reação aeróbica bacteriana, filtragem com areia e filtragem com carvão ativado. A água é armazenada em um reservatório e pode ser usada na irrigação superficial, com exceção das áreas de cultivo de alimentos.

Reúso das águas cinzas com tratamento completo

O tratamento completo, devido ao seu elevado custo, só é aconselhável quando se dispõe de um grande volume de águas cinzas para o reúso, como é o caso dos postos de lavagem de automóveis. Nesses casos, é necessário eliminar da água os saponáceos e o óleo, que poderão prejudicar o enxágue final da pintura dos automóveis. O processo envolve três passos: a aplicação de produtos químicos dosados (carbonato de sódio, sulfato de alumínio e cloro), floculação e filtragens em várias gradações.

Tratamento para águas cinzas

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Sistemas de Reúso das Águas Cinzas

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Fonte: Portal Metálica

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Aproveitamento da água da chuva

As águas da chuva podem ser aproveitadas para os usos não potáveis da edificação.

Para tanto, o projeto de instalações hidráulicas deve prever a separação das águas em pelo menos dois reservatórios – um para água potável e outro para água não potável.

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O sistema básico de aproveitamento de água da chuva prevê a captação Recarga de aquíferos em calhas do telhado, uma pré-filtragem na calha para impedir o acúmulo de resíduos nos canos e conexões, a filtragem e o armazenamento final.

Para se garantir a qualidade da água armazenada na cisterna, é possível a instalação de equipamentos complementares, destacando-se: redutor de velocidade da água, ladrão e boia com válvula de retenção.
O conjunto deve conter ainda um sistema de retroalimentação da água potável para os períodos de estiagem.

Usos não potáveis da água

A categoria de água não potável inclui as águas que podem ser aproveitadas no vaso sanitário, lavagens em geral e irrigação. Quando houver uma filtragem rigorosa e um processo de desinfecção, essa água poderá ser usada também na lavanderia.
O uso potável inclui os chuveiros, lavatórios e cozinha.

Fonte: Portal Metálica

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Itaquerão: Novo conceito de gramado para a Copa

Sistema inédito para o resfriamento da grama será implantado na arena do Corinthians, palco da abertura do Mundial de 2014.

Um gramado com um sistema de resfriamento inédito no mundo.  Assim será o do Itaquerão, palco de abertura da Copa de 2014.

O sistema, com água e ar gelados, foi desenvolvido em função do tipo de grama escolhido para a arena: a Ryegrass, comum em estádios da Europa.

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A Ryegrass é uma grama de inverno.  Foi escolhida pelo Corinthians porque será essa a estação do ano no Brasil na época da Copa.

“A temperatura ideal para a Ryegrass é de 23 graus C. Passou disso, teremos de acionar o sistema de insuflamento de ar gelado para que a grama fique nos 23 graus”, explicou Márcio Prado Wermelinger, engenheiro responsável pela produção da Odebrecht.  Ao ser colocado em funcionamento, o sistema leva água e ar resfriados até as raízes da grama, por meio de canos de diferentes espessuras.

Abaixo dos 14 graus C, porém, a grama precisaria ser aquecida. “Mas em função do clima de São Paulo, não vamos ter sistema de aquecimento”, diz Prado. O sistema de irrigação será automatizado e serão colocados 48 aspersores (a Fifa pede de 24 a 30), com acionamento individual. Assim, será possível irrigar partes diferentes do gramado, de acordo com as necessidades.

“A concepção do projeto foi marcada pela premissa de fazer o melhor gramado do mundo”, disse Claudio Godoy, coordenador de projetos da World Sports, que tem uma empresa irlandesa e outra belga como parceiros.

ETAPAS
O gramado do Itaquerão vai ser construído em três etapas:

A primeira é a escavação do terreno, que será rebaixado em 70 centímetros. Essa fase levará de 20 a 30 dias.  Em seguida, será feita a implantação dos sistemas, como o de drenagem a vácuo – na arena também haverá a opção de drenagem por gravidade –, irrigação, colocação de brita (15 milímetros de espessura) e areia, nivelamento e plantio do gramado (por semeadura), entre outros serviços. Essa fase levará cerca de 60 dias.

No início de junho o gramado estará pronto, mais ainda não para uso. Será preciso um período de maturação pós-plantio de cerca de 90 dias, onde haverá poda, irrigação, adubação, controle de pragas e doenças, entre outros trabalhos.

Clube, construtora e empresa contratada não revelam o valor da implantação do gramado. Entretanto, com base em outros contratos de estádios brasileiros, é possível concluir que normalmente tal operação custa de 2% a 5% do valor total da obra.  Como o Itaquerão está orçado em R$ 820 milhões, o gramado deverá ficar no máximo em torno de R$ 41 milhões.

Créditos: Almir Leite – O Estado de S. Paulo
Fonte:  O Estado de São Paulo

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Grêmio: O Brasil no 1º mundo das arenas

Espaço multiuso se destaca pela modernidade e é o primeiro dentro do novo conceito.

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CRÉDITOS
INFOGRAFIA: Glauco Lara, Rubens Paiva e William Mariotto .
ILUSTRAÇÃO: Fábio Amano
PROGRAMAÇÃO: Carol Rozendo e Eduardo Asta
REPORTAGEM: Almir Leite e Paulo Favero
FOTOGRAFIA: Filipe Araújo
 

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